Brasil

Palocci disse que Lula endossou propina 6x superior à imputada a Lima

05/09/2017- Após investigações decorrentes de dados coletados nas últimas fases da Operação Cui Bono, a PF chegou a um endereço em Salvador/BA, que seria, supostamente, utilizado por Geddel Vieira Lima como “bunker” para armazenagem de dinheiro em espécie.

Lula teria endossado um “pacto de sangue” no qual a Odebrecht pagaria R$ 300 milhões em propinas ao PT

Foto: Policia Federal

Geddel Vieira Lima causou revolta nas redes sociais por causa de uma imagem que mostrava mais de R$ 50 milhões escondidos num apartamento em Salvador. Segundo a Polícia Federal, o imóvel seria utilizado pelo ex-ministro dos governos Lula e Temer. Aquele volume tão grande de dinheiro estava na mira da operação Cui Bono, que investigava fraudes na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal – Lima foi vice-presidente de Pessoa Jurídica do banco durante o governo Dilma.

No dia seguinte, outra grande notícia ocupou o noticiário. Ninguém menos do que Antonio Palocci havia delatado Lula. De acordo com os advogados, o ex-ministro dos governos Lula e Dilma confessou a Sérgio Moro que o então presidente da República teria endossado um “pacto de sangue” pelo qual a Odebrecht se comprometia a pagar R$ 300 milhões em propinas ao PT. O acerto teria ocorrido na transição para o governo Dilma.

De imediato, as redes sociais associaram um caso a outro. Se a PF precisou de 14 horas para contar os R$ 51 milhões encontrados na Bahia, precisaria de 82 horas, ou três dias e meio, para conferir todo o valor que teria sido prometido pela Odebrecht ao PT.

São cifras assustadoras trazidas a público pelo primeiro petista de longa data a topar um acordo de colaboração com a Justiça.

Fonte: Folha de S.Paulo

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