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Para a PF, o gabinete de Janot sabia que Miller auxiliava a JBS

Marcelo Miller só deixaria a PGR em 5 de abril de 2017. Uma semana antes, o advogado já integrava um grupo no Whatsapp que auxiliava a JBS no acordo que buscava homologar com a Procuradoria-geral da República. Naquele que seria seu último dia como procurador, Miller chega a se pronunciar no grupo como membro da defesa dos irmãos Batista: “Nenhuma chance de aceitarmos isso, na minha humilde opinião”.

A troca de mensagens permitiu à Polícia Federal concluir que o gabinete de Rodrigo Janot já sabia do auxílio prestado por Miller aos delatores. Em dado momento, a advogada Fernanda Tórtima deixa escapar que Sergio Bruno, um dos auxiliares de Janot, e Eduardo Pelella, chefe do gabinete do PGR, sabiam de uma viagem que Miller faria aos EUA já em benefício da JBS.

Lembra que o Pelella disse que ficaria esperando uma ligação da Esther antes de fazer contato com o Departamento de Justiça americano? Essa ligação será do Marcello. Eu disse que ele [Sérgio Bruno] teria que falar hoje com o Departamento de Justiça americano e disse que o Marcello iria. Nessa hora achei estranho ele [Sérgio Bruno] dizer que já tinha a informação de que o Marcello iria.

Em qualquer país sério, alguém na posição de Janot teria antecipado a entrega do cargo.

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