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Para The Economist, Brasil poderá sofrer “apagão” nas telecomunicações

De acordo com a publicação britânica, o panorama das teles no Brasil não é dos mais auspiciosos. Abaixo
transcrevemos (em tradução livre) os trechos principais da matéria:

A suspensão das vendas [de novas linhas telefônicas] pode ter sido um aviso para medidas mais duras. Dilma Rousseff costuma adotar mecanismos de intimidação contra empresas privadas que considera “preguiçosas”: no início deste ano, a presidente atacou bancos cujas taxas de juros considerava elevadas. Os próximos alvos poderão ser as teles. 

(…)

O governo está ansioso para evitar transtornos durante a Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Em Londres, a demanda por banda é sete vezes superior à exigida nos jogos de Pequim, realizado em 2008. (…) Em 2014, certamente essa demanda aumentará. O Brasil já concluiu o leilão das redes 4G nas cidades-sede da Copa do Mundo, com a condição de que tudo esteja pronto um ano antes do início das partidas. Os vencedores foram, na sua maioria, empresas que sequer supriram a demanda por 3G e serviços de voz.

(…)

Em 2001, após a seca que esvaziou reservatórios, o Brasil corria o risco de cortes no fornecimento de energia. Eles só foram evitados com a adoção de medidas de redução do consumo. O cerco às teles tem características semelhantes às do “apagão“: baixo investimento, negligência frente à crescente demanda, e um quadro legal e regulatório pobres. Como Dilma Rousseff deve se lembrar, o apagão provocou uma retração na economia brasileira, ajudando o seu partido chegar ao poder, dois anos depois.

Leia a íntegra da matéria aqui (em inglês).

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