facebook
...
Blog

Perseguição acadêmica na UFSC

A coordenadoria da UFSC ameaça de processo o grupo “UFSC Conservadora” por “uso ilegal do nome” da UFSC. Por que não ameaça a “União da Juventude Comunista da UFSC”?

ufscon

Foi criado um site para um movimento dentro da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC – chamado UFSC Conservadora (UFSCon), para expor a conhecida hegemonia da esquerda dentro da academia, sobretudo em cursos de humanas.

O grupo, chamado “Juventude Conservadora da UFSC”, ficou famoso por um protesto contra a presença do terrorista italiano Cesare Battisti, que deu uma palestra na UFSC no dia 6 de novembro.

O protesto foi completamente pacífico, sem nenhuma “minoria de vândalos” e sem a destruição promovida por partidos de extrema-esquerda quando invadem reitorias em outros quejandos no país. Mas chamou a atenção de grandes autoridades dentro da Universidade para este perigosíssimo fenômeno: a existência de pessoas que não são esquerdistas na Universidade, sobretudo pessoas conservadoras – pior, deste tipo que não vê com bons olhos a presença de assassinos fugitivos no campus de uma Universidade.

Para tais altos burocratas, não há o menor problema em gastar dinheiro público para financiar as atividades de um terrorista fugitivo de um processo pelo assassinato de quatro pessoas.

ufscon battistiCesare Battisti conseguiu um cargo na CUT, escreveu um “romance” em que conta uma pantomima em que é o personagem principal com outro nome e, para a comum contradição esquerdista, hoje vive uma vida de elite burguesa no caríssimo bairro de Higienópolis, em São Paulo, em imóvel do assessor de Daniel Dantas (este personagem que, misteriosamente, a esquerda joga no colo da direita). Iria para a UFSC com dinheiro público da Universidade, recursos públicos destinados à educação e à ciência – apenas graças à pressão desse grupo é que a palestra acabou sendo cancelada.

Contudo, estes burocratas acham abusivo é que um grupo se forme e critique esquerdistas desta jaez, sobretudo se auto-declarando o que são: alunos da UFSC. Para a coordenadoria de processos administrativos disciplinares (sic) da instituição, a UFSCon usa o nome e o logo da Universidade “sem a devida autorização”.

A UFSC é uma autarquia, e como tal, alunos da Universidade, em sentido jurídico, “pertencem” à Universidade, e podem, portanto, dizerem o que são: alunos da Universidade. Não à toa que todos os alunos de todas as Universidades no Brasil, hoje e sempre, usaram o nome da sua Universidade em seus grupos. Por que, de repente, “sem motivo”, logo um grupo conservador passou a “não poder”?

Para piorar, a UFSCon nem mesmo usa o logo da Universidade.

ufscon juventude

Como explicou Bruno Garschagen, em post no Facebook:

O ex-aluno de graduação e mestre em Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Antonio Pinho, recebeu uma notificação da coordenadoria de processos administrativos disciplinares da instituição para que ele não mais utilize o nome da universidade no blog “Juventude Conservadora da UFSC” e no perfil no Facebook “UFSCconservadora”.

A carta, como se pode ler, diz que o estudante está utilizando o nome da instituição de forma ilegal e sem a devida autorização, e ainda o ameaça com uma ação judicial. O curioso é que a carta não indica a lei ou norma que proíbe um estudante da universidade de usar o nome num blog ou perfil de rede social com a finalidade de informar aos leitores fazer parte de um grupo que lá estuda e defende uma determinada concepção política.

O manual da UFSC que define as regras de uso da marca e do brasão nada diz sobre o uso do nome da instituição de maneira informativa e que, de nenhuma forma, afirma se tratar de um grupo oficial ou apoiado pela instituição.

Para que o caso não ganhe contorno de perseguição ideológica (o que jamais passaria pela minha cabeça em se tratando de uma universidade pública), seria bom perguntar à coordenadoria que enviou a carta se os responsáveis pelos sites e perfis no Facebook da UFSC LGBT, UFSC à Esquerda, União da Juventude Socialista da UFSC, União da Juventude Comunista da UFSC também foram notificados por “utilização ilegal do nome” da UFSC.

Como bem se pode imaginar, é mais um caso dos famosos bullies que a esquerda tem como método aplicar em seus opositores. A simples existência deles é intolerável. Todos os grupos podem usar o nome da Universidade à vontade. Quando um grupo opositor aparece, joga-se sobre ele todas as perseguições possíveis – até as impossíveis e irreais, como neste caso. É o que Ben Shapiro tão bem denuncia em seu livro Bullies: How the Left’s Culture of Fear and Intimidation Silences America.

ufscon leãoShapiro mostra que não existe lugar mais intolerante ao pensamento divergente no mundo do que uma Universidade. Lá, não apenas a discordância é desestimulada – na maior parte do tempo, é tratada como se não existisse. Universidades não foram sempre antros de esquerdistas (aliás, eles são responsáveis pela decadência brutal até de nomes como Harvard e London School of Economics). E é fácil explicar por que tantos acadêmicos hoje são progressistas: porque você precisa ter um professor que minimamente concorde com suas idéias para assinar sua tese.

Com o fator honoris causa, foi fácil até para terroristas do porte de Bernardine Dohrn e Bill Ayers, que explodia prédios com gente dentro no grupo Weather Underground, ganharem vagas nas grandes Universidades americanas. Nas brasileiras, temos títulos honoris causa a Lula e palestras com Cesare Battisti.

Eles ofendem, e perseguem, e xingam. Sobretudo seu xingamento preferido, usado para tudo: fascista. Não faz o menor sentido chamar de fascista alguém que apóie o fascismo: essa pessoa nunca irá se ofender. É como chamar um esquerdista de esquerdista. Eles xingam de fascistas justamente as pessoas que mais odeiam ser associadas ao fascismo, à homofobia, ao racismo, ao machismo – assim, elas se calam, com nojo de serem associadas ao que não são.

Outro modo é a perseguição jurídica. Óbvio que sabemos que a “Juventude Comunista da UFSC” (sic), mesmo defendendo aquele sistema que matou pelo menos 5 pessoas para cada uma que os nazistas mataram, não vai receber notificação nenhuma. O alvo é sempre o mesmo. É um movimento unilateral.

Esse processo, como se vê, tem tudo para não dar em nada. Mas é uma prova de que a hegemonia da esquerda (mormente da extrema-esquerda) nas Universidades – CA’s, DCE’s, professores, cursos, funcionários e mesmo alto escalão burocrático – pretende, ao mais ínfimo sinal de existência de pessoas “desobedientes”, irá atrapalhar sua vida, nem que seja com processos judiciais tendendo ao nada.

Alunos sempre usaram o nome de suas Universidades, inclusive grupos partidários, o que a UFSCon não é (um dos jornais do PCO dentro da USP chama-se simplesmente “USP Livre”). Até se ria da idéia de se unificar todos os cartões da USP (ônibus interno, bandejão, bibliotecas não-unificadas etc) no Cartão da USP, ou abreviando, o CUSP. A idéia foi abortada e pensou-se em aprimorar sua sonoridade para o Cartão Único, ou o CU. Assim, ao se entrar no ônibus, você daria o CU para passar. Para entrar no bandejão, bastaria mostrar o CU. Poderia também trocar o CU na biblioteca por livros e assim vai.

O mais surpreendente é que os grupos conservadores, liberais e libertários que estão se formando hoje no Brasil não surgiram de cima, seguindo um líder, um partido político, um líder carismático, uma figura da mídia, um político boa praça; surgiram tão somente porque a esquerda é incapaz de explicar suas contradições, mesmo com o discurso mais mavioso e supostamente bondoso do mundo. Assim, alunos acabam indo buscar informações por conta própria.

Aguardemos o desenrolar do caso, pode significar uma nova etapa na perseguição acadêmica e busca de poder total da esquerda sobre nossas vidas.

Nunca inseriu um código de desconto no Cabify? Experimente usar o código "IMPLICANTE" e ganhe 50% OFF (com desconto máximo de R$ 20) em 3 corridas.

43 Comentários

43 Comments

  1. Murilo Negrello

    4 de dezembro de 2013 at 21:50

    Esse Alexandre deve ser pago pra fazer humor no site, não é possível. O sujeito vive falando mal do Flávio e criticando todos os artigos, falando que isso aqui é inútil e tal, mas ele ESTÁ SEMPRE aqui, criticando. Não há um post em que ele não apareça. Vai lavar uma louça, idiota!

  2. Vanessa Geller

    3 de dezembro de 2013 at 23:09

    Flávio, pra você ver onde me meti, olha só o que diz o CÓDIGO DE ÉTICA do Serviço Social

    “VIII.
    Opção por um projeto profissional vinculado
    ao processo de construção de uma nova ordem
    societária, sem dominação, exploração de classe,
    etnia e gênero;”

    “VI.
    Empenho na eliminação de todas as formas de
    preconceito, incentivando o respeito à diversidade,
    à participação de grupos socialmente discriminados
    e à discussão das diferenças; “

    • Flávio Morgenstern

      5 de dezembro de 2013 at 17:41

      Vanessa, pois é, mas eles falam que existe “hegemonia conservadora”, e acham que os MAIORES NOMES do conservadorismo NO MUNDO são “desconhecidos”, e portanto só falamos deles por pedantismo… são o cúmulo da coerência e sapiência, esses esquerdistas.

  3. Mulholland

    3 de dezembro de 2013 at 10:28

    Lembrei deste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=iARHCxAMAO0

    Nele se vê um grupo de feministas atacando uma palestra sobre as razões do alto índice de suicídio de homens que seria realizada numa universidade no Canadá. Os ativistas feministas chamavam de “estupradores” ou de “apologistas do estupro” todos os que tentaram assistir à palestra, quando não os confrontavam fisicamente, e impediram a entrada do público no salão onde ela seria realizada.

  4. FRANCISCO CALDAS

    1 de dezembro de 2013 at 14:23

    Eu tinha alguns pseudos amigos estudantes da area de humanas,me afastei de todos,pois nao passam de uns idiotas preguiçosos e que adoram viver as custas de dinheiro publico sem fazer nd,isso é a cara dos que idolatram o comunismo,são um bando de bebuns e inuteis para a civilizaçao.

  5. Sam Spade

    1 de dezembro de 2013 at 04:01

    No meu tempo de UFSC, 80s, o coordenador do curso Ciencias da Computação, prof Fletes sempre com os alunos profissionais do CA, era um sandinista comunista nicaraguense que em vez de ensinar lógica, infestava a mente dos alunos com propaganda comunista. Era o maior apoiador de greves..

  6. Marcos

    1 de dezembro de 2013 at 01:42

    Curioso… Aquelem que gostam de apontar os outros como “reacionários”, na verdade, são os reacionários.

    • Mulholland

      3 de dezembro de 2013 at 10:31

      Revolucionários no poder viram reacionários.

  7. Edenilson

    30 de novembro de 2013 at 22:16

    Alexandre citou cinco nomes que representam a “direita” no jornalismo. Quantos professores universitários esquerdistas contrapõe essa hegemonia de cinco nomes na mídia?

  8. Marcos Junior

    30 de novembro de 2013 at 14:07

    Cada vez mais vejo pensamentos contra a cultura modificada gramscista que vigora nas universidades ganhando espaço, graças a uns poucos nomes que conseguiram furar o bloqueio na mídia de massa, como Constantino, Reinaldo, e outros. Vejam que alguns deles nem são conservadores de fato, mas simplesmente pessoas que dão nome às coisas. Até pouco tempo atrás seria inconcebível a existência de grupos como esse que está sendo perseguido pela cúpula da UFSC. Aos poucos vamos conquistando espaço, tendo como única, e poderosa, arma a fidelidade à verdade. Sempre digo que não precisamos 50% do espaço. Dê-nos dez e já equilibramos o jogo. Por isso eles fazem de tudo para manter-nos no zero.

  9. Nassifucusfobética

    30 de novembro de 2013 at 09:56

    Digamos que a coisa fosse assim: Dilma é presidenta (executivo), e ainda presidisse o congresso nacional (legislativo) , com todos os seus ministros e assessores diretos tendo direito a voto e os demais, possivelmente eleitos sem lhes dever obediência canina, apenas 30%. E mais Presidisse o Judiciário, podendo nomear para isso quem quiser e na hora que achasse conveniente.
    A nossa Constituição diz que isso é um absurdo. Porém, essa não vale dentro de universidade pública. O reitor é reitor (executivo), preside os conselhos superiores (executivo), em que todos os seus prós e similares votam, restando , no máximo, 30% que possivelmente tem assento sem que lhe deva até a alma. A Procuradoria e similares, é da sua indicação pessoal, porquanto, nenhuma sindicância que se preze pode ser aberta sem a sua anuência e indicação pessoal.

    Como uma monstruosidade desta sobrevive no meio que deveria ser o mais esclarecido da sociedade e ninguém percebe nada?

    • Mulholland

      3 de dezembro de 2013 at 10:34

      Universidade não é ente político, por mais que você seja a favor de usá-la como trampolim político.

  10. Esdras Emmanuel

    30 de novembro de 2013 at 01:55

    Excelente artigo. Vivi 2,5 anos em Floripa. Boa parte desse tempo, morei no itacorubi próximo da UFSC e tinha vários amigos que morovam na trindade, ou seja, colado a Universidade. Meu sonho era entrar nessa instituição: tinha verdadeira admiração. Triste saber que está nesse estado ideológico deplorável.

  11. Jerry wendel

    30 de novembro de 2013 at 01:55

    Espero que vcs lutem até o fim, pois se não o fizerem ninguém o fará. A luta pela liberdade foi colocada nas mãos de vcs vcs tem grande responsabilidade agora, pois essa luta que dura séculos, agora é luta de vcs. Tentem ao máximo conseguir todas as provas e falhas nas declarações da instituição, os forcem a errar e perseguir a liberdade de vcs.
    fogo se combate com fogo.

  12. Joéverton Iurk Pereira

    29 de novembro de 2013 at 23:23

    Se algum movimento contra essa lavagem cerebral esquerdista precisar do meu apoio, estou disposto a lutar!!!!

  13. Rodrigues

    29 de novembro de 2013 at 23:22

    O Alexandre tá zoando, né?!

  14. Joéverton Iurk Pereira

    29 de novembro de 2013 at 23:22

    Se alguém quiser meu apoio aqui na UFSC contra essa lavagem cerebral esquerdista contem com o meu apoio.

  15. CLÁUDIO

    29 de novembro de 2013 at 20:05

    Já estudei na UFSC. Só que atualmente ela é mesmo um antro da esquerda radical.

  16. Yuri

    29 de novembro de 2013 at 18:00

    Admira-me o facto destes alumnos estarem VIVOS ainda. Ha mais pluralidade de pensamento na Coreia do Norte que num DCE de universidade publica.

  17. alexandre

    29 de novembro de 2013 at 17:38

    A “hegemonia da esquerda” nas universidades é para contrapor à hegemonia da direita na mídia. E assim caminha a humanidade

    • Flávio Morgenstern

      29 de novembro de 2013 at 20:39

      Cite UM jornalista que defenda as idéias de Kirk, Voegelin, Oakeshott, Peyrefitte, Bernanos, Kimball, Horowitz ou pelo menos Scruton por aí. A academia é que pauta o jornalismo – mas sei que alguns têm muita dificuldade de entender essa obviedade.

      • alexandre

        30 de novembro de 2013 at 09:59

        Reinaldo Azevedo e Rodrigo Constantino. Quer mais dois : Lobão e Danilo Gentili. Mais um como gorjeta : Guilherme Fiúza.

      • Flávio Morgenstern

        30 de novembro de 2013 at 13:27

        De todos, o único que segue os preceitos APENAS de Oakeshott e uma coisa ou outra de Horowitz é o Consta, mas, como eu, é muito mais voltado a liberalismo (embora eu sei que dizer isso para você não adianta nada, porque você não faz idéia do que eu estou falando e deve achar que Voegelin e Kirk são liberais – risos). O resto não passa nem perto. Mania de esquerdista de fingir que acha que sabe o que é a direita e passar vergonha em público.

      • Arthur

        30 de novembro de 2013 at 14:16

        Mesmo se a gente considerar todos esses como direita, eles não representam hegemonia nenhuma. São uma pequena minoria no meio de um mar vermelho, que além de tudo é muito bem pago com verba pública (Nassif, PHA e toda a esgotosfera progressista). Mas o que deve doer em um esquerdista funcional como o Alexandre, é que apesar de estarem em menor número, essa direita ganha de longe em quantidade, qualidade e fidelidade de leitores.
        Ou seja, meritocracia e o bom e velho mercado: o governo, o partidão, seja quem for, pode pagar o quanto quiser para inflacionar o serviço da imprensa chapa-branca, mas mesmo assim, quem tem qualidade se destaca de qualquer forma. Como isso deve doer…

      • alexandre

        30 de novembro de 2013 at 15:42

        Vc é ridículo. Falou o nome de um monte de intelectuais desconhecidos só para dizer que vc é fodão e que faz parte de uma elite intelectual. Para saber como é a direita tem que ler esses caras ? Então só vc e uma meia dúzia são os únicos que sabem o que é direita. Será que o Tio Rei conhece os caras ? E o Lobão ? Só não entendo o que vc continua fazendo num blog pequeno como esse. Vc é um desperdício. Conhece a obras dos caras que descobriram a pedra filosofal da política e da economia e não divulga para os outros ? Se vc é o “cara”, tenha mais ambição e mude o mundo ! Vc pode fazer isso ! Vc conhece a obra completa de Oakeshott !!!!!! : )

      • Flávio Morgenstern

        2 de dezembro de 2013 at 13:50

        Sim, Alexandre, TEM que saber. É como falar de esquerda SEM saber quem é MARX (cara, você não sabe quem é KIRK!!! meu deus, KIRK!!!!!) e quer falar que existe “hegemonia de direita” na mídia?! Um xingamento de um histérico irritadiço e burro como você é o maior elogio que posso receber.

      • Arthur

        3 de dezembro de 2013 at 11:55

        O Alexandre é ótimo pra mostrar a aplicação de grandes autores conservadores e liberais. Aqui ele mostra como Ortega y Gasset está plenamente correto no Rebelião das Massas, afinal, ao perguntar “Para saber como é a direita tem que ler esses caras ?”, ele mostra uma das maiores características do homen-massa: ele não exige ter a chance de estudar, ou a chance de conhecer; pelo contrário, exige o seu direito de permanecer na ignorância e vulgaridade, criticando ideias e pensamentos sem nem ao menos conhecê-los. Continua aí Alexandre! Além de ser muito divertido ver o Flávio te tespinafrar, você nos dá a chance de treinar nossas habilidades de desmarcaramento e humilhação de esquerdistas.

        Em tempo: Pode ter certeza que Lobão e Tio Rei conhecem esses autores. Diferente de você, eles lêem, e o fazem tanto à direita como à esquerda. Você parece não se dar ao trabalho nem de ler à esquerda, e ainda se arroga o direito de criticar a direita.

      • Gustavo

        30 de novembro de 2013 at 13:54

        O único conservador aí é o Reinaldo Azevedo. O resto não tem NADA a ver. São no máximo liberais.

      • Diogo R Santos

        30 de novembro de 2013 at 22:19

        Alexandre

        Traduzir “hegemonia da mídia” em apenas cinco nomes, me faz duvidar seriamente da sua inteligência, pois acredito que sequer saiba o que é hegemonia….

        Para não falar em mau-caratismo mesmo

      • alexandre

        1 de dezembro de 2013 at 05:54

        Diogo
        As organizações Globo, Abril, Estado de SP e Folha de SP participam do Instituto Millenium. E esse instituto não é de liberais ? O Flávio conhece muito bem esse instituto. Se não fosse liberal, ele não participaria.

      • Flávio Morgenstern

        2 de dezembro de 2013 at 13:55

        Você nem sabe o que é o Instituto Millenium. E não, ele não é “liberal”. Se soubesse o que ele é, saberia a idiotice que está falando.

      • Mulholland

        3 de dezembro de 2013 at 10:38

        Tinha me esquecido de como o Lobão e o Gentili e uns outros dois ou três colunistas DOMINAM a imprensa completamente.

    • Kevin

      29 de novembro de 2013 at 21:04

      A mídia brasileira é completamente pautada pelo marxismo cultural. Digo mídia em seu termo mais amplo, envolvendo toda a produção cultural, literária ou audiovisual brasileiras.

      O que ocorre é que alguns setores do jornalismo político têm simpatia maior pelo PSDB em detrimento do PT. Esquerdistas extrapolam isso como uma “hegemonia da direita na mídia”, demonstrando mais uma vez que se eles não têm 100% de controle eles não ficam satisfeitos.

      • Thauã

        30 de novembro de 2013 at 17:49

        A mídia (falo mídia em termos de formadores de opinião) brasileira não é de esquerda nem direita. É da audiência. Viram como eles mudaram de tom rapidinho com os protestos de Julho? Impera o politicamente correto, mas fora dos noticiários, impera o marxismo cultural.
        Mas a Globo arrasta uma azinha pro PSDB, lembro das últimas eleições presidenciais. Aí já acham que é de direita.
        Isso só mostra uma tremenda ignorância por parte de quem os chama disso. O PSDB é de Terceira Via, um meio termo entre a direita e a esquerda, sem ser centrista, que busca a bobagem de unir o melhor do capitalismo e do comunismo.
        Faz tempo que eu não assisto TV, mas eu prefiro muito mais a mídia corporativa do que a dita “independente”. Pelo menos eles tentam esconder a parcialidade.

    • Vanessa Geller

      30 de novembro de 2013 at 20:19

      Hegemonia de Direita na mídia? Onde tem isso? Me mostra, porque eu procuro há tempos e até hoje não achei.

      E não use aspas quando se refere a hegemonia de esquerda nas universidades. Metade da minha turma me detesta e é bloqueada no meu Facebook por não respeitarem minha opinião política (Pseudo-militantes, adoravam latir nas minhas postagens) e um professor chegou ao ponto de dizer que o conservadorismo tem que ficar longe da universidade, entre outras pérolas.

      • alexandre

        1 de dezembro de 2013 at 05:51

        Vanessa
        Se metade da sua turma te detesta não é por causa de sua opinião política. Já fui universitário e somente uma minoria participa da política estudantil. Não deturpe a realidade. Respeite a inteligência alheia.

      • Flávio Morgenstern

        2 de dezembro de 2013 at 13:55

        Nossa, falou “metade”, o cara toma como literal (EXATAMENTE 50%, nenhum a mais, nenhum a menos, se for ímpar, arredondado pra baixo) e diz que a moça “deturpa a realidade” e NÓS que precisamos “respeitar a inteligência alheia”. Mas como pediríamos para o Alexandre respeitar o que está acima de suas capacidades?

      • alexandre

        2 de dezembro de 2013 at 20:10

        Se o Instituto Millenium não é liberal, o que vc e o Rodrigo Constantino faziam lá ? Engana outro !!!! A verdade que vc levou um xeque mate quando associei os grandes grupos da mídia com um instituto liberal como o Millenium. Aí não tem como negar a hegemonia da direita na mídia. Xeque-mate e vc acusou o golpe.

      • Flávio Morgenstern

        5 de dezembro de 2013 at 17:23

        O mesmo que Yoani Sánchez, que não é liberal (muito menos conservadora). Vá se informar, menino. Eu não sou seu professor particular pra dar aula pra moleque pentelho de graça todo dia. Se quiser mais, pague. Achar que “hegemonia” da mídia é quando o Constantino elogia Oakeshott UMA vez numa revista técnica semestral (aliás, nem disso você sabia, né?) é burrice demais pro meu nível. Pague ou não fique pedindo aulas pra eu te humilhar em público o dia inteiro.

      • Mulholland

        3 de dezembro de 2013 at 10:39

        Realidade é o que o Alexandre falar com a Vanessa.

      • Vanessa Geller

        3 de dezembro de 2013 at 22:58

        Meu caro, sou acadêmica do curso de Serviço Social na Universidade Estadual do Ceará. A formação “profissional” é voltada para a militância política de esquerda, vemos Marx, Gramsci, Lúcaks e todas essas merdas como se fossem verdade absoluta. As pessoas desse curso são literalmente doutrinadas e acham que Marx é Deus e que os autores marxistas são profetas. Logo, como eu tenho mais neurônios do que o Tico e Teco da maioria, minha postura “fascista” “Conservadora” e “burguesa” incomoda as minhas colegas. E não respeito a “inteliJÊNcia” de quem leu algumas xerox de textos fuleiragens desses autores de boteco e se acha no direito de dizer que sou a “ovelha negra” do curso.

      • Alex

        3 de dezembro de 2013 at 23:00

        Um dia… um dia eu vou entender o que acontece no cérebro de gente de esquerda que simplesmente os impede de ver a realidade. Ou será que é algo no cérebro que leva as pessoas a serem de esquerda? No dia que eu puder colocar um papel escrito “Grupo de Estudos do Pensamento Liberal” no IFCS sem que ele seja rasgado em um dia, aí a gente pode começar a reavaliar algumas coisas.

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias Recentes

To Top