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Petrobras pede empréstimo de US$ 1,5 bi a banco japonês

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Notícia do portal Veja.com:

Petrobras assinou nesta terça-feira, dois programas de financiamento com o Japan Bank for International Cooperation (JBIC) – banco de fomento japonês – para a oferta de duas linhas de crédito no valor total de até 1,5 bilhão de dólares. O banco agente dos programas será o Mizuho Bank e as linhas de crédito serão financiadas 60% pelo JBIC e 40% por instituições financeiras privadas japonesas, que contarão com seguro do Nippon Export and Investment Insurance (NEXI).

As linhas de crédito terão como lastro as compras, pela Petrobras, de equipamentos e serviços provenientes de empresas japonesas instaladas no Brasil ou no exterior. O contrato tem como base um memorando assinado em outubro de 2012, quando foi estabelecida uma parceria estratégica entre o JBIC e a estatal.

“A Petrobras e o Japan Bank for International Cooperation construíram uma estreita relação de cooperação durante muitos anos, já tendo implementado uma série de operações em conjunto. Os dois programas de financiamento contratados representam uma expansão das possibilidades de captação com estas entidades, uma vez que oferecem novas modalidades de financiamento, e reforçarão ainda mais a relação entre as partes”, informa a empresa em comunicado.

(com Estadão Conteúdo)

(grifos nossos)

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2 Comentários

2 Comments

  1. Ben

    17 de julho de 2013 at 22:28

    As ações da Petrobras tem mil e uma utilidades. A começar pelo WC.

  2. Petroleiro

    17 de julho de 2013 at 09:34

    Nobres, de fato, a Petrobras está em situação lamentável. No entanto, não se pode confundir alhos com bugalhos. Não é o que vocês fizeram, sei bem, mas acho importante pontuar, pois as pessoas são muito tribais e, geralmente, tomam o todo pela parte.

    Internamente, a empresa vem fazendo um esforço tremendo de ganho de eficiência. O mercado adora a presidente. A capacidade técnica é, de longe, a maior do Brasil, não só pela qualidade do pessoal, mas também pelos constantes treinamentos e mesmo pela quantidade elevada de gente boa. É a maior concentração de cérebros técnicos da Am. Latina, sem dúvida.

    No entanto, há o governo. O que nos mata é o governo, com duas coisas: a política de subsídio da gasolina, que nos ferra hoje, e a obrigação de participação em TODAS as operações de produção no pré-sal, que nos ferrará ainda por muito tempo.

    Especificamente quanto ao financiamento, não há nada de errado com isso. Qualquer um que sabe um mínimo de finanças entende que a decisão de contrair financiamento (capital de terceiros) é a coisa mais corriqueira do mundo, não é esse raciocínio de quitandeiro que só pede dinheiro emprestado quando está com a corda no pescoço. Tem a ver com estrutura de capital. Às vezes, é mais barato para a empresa pagar custos do financiamento do que pagar o custo do uso de capital próprio – que tem um custo, não pensem que não. Assim, essa notícia, na ótica que está colocada, só não é puro sensacionalismo por conta da situação deteriorada da empresa nos últimos tempos, mas mesmo assim ainda é digna de jornaleco.

    Por fim, não me confundam: por mim, privatizariam isso aqui ontem mesmo. Acho o cúmulo governos se meterem em setores que não são típicos de estado, como exército, diplomacia e afins. As observações acima não são grita de pendurado, picuinha de pelego. São apenas observações pontuais.

    Sobre o site, não há nem o que dizer. Keep up the good work. São espetaculares.

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