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“Privataria Tucana”: Filha de Serra desmente as acusações do “dossiê do Amaury”

Verônica Serra divulgou nota hoje (26) respondendo as acusações contidas no livro “A Privataria Tucana”, de Amaury Ribeiro Jr. Amaury foi indiciado pela Polícia Federal por quatro crimes devido à quebra de sigilo fiscal de familiares do candidato José Serra (PSDB-SP), incluindo Verônica, em 2010, quando trabalhava para a campanha de Dilma Rousseff, e lançou neste mês o livro que contém acusações justamente às vítimas de seu crime. Segue a nota na íntegra:

Nos últimos dias, têm sido publicadas e republicadas, na imprensa escrita e eletrônica, insinuações e acusações totalmente falsas a meu respeito. São notícias plantadas desde 2002 — ano em que meu pai foi candidato a presidente pela primeira vez — e repetidas em todas as campanhas posteriores, não obstantes os esclarecimentos prestados a cada oportunidade. Basta lembrar que, em 2010, fui vítima de quebra ilegal de sigilo fiscal, tendo seus autores sido indiciados pela Polícia Federal. E, agora, uma organizada e fartamente financiada rede de difamação dedicou-se a propalar infâmias intensamente através de um livro e pela internet. Para atingir meu pai, buscam atacar a sua família com mentiras e torpezas.

1. Quais são os fatos?

– Nunca estive envolvida nem remotamente com qualquer tipo de movimentação ilegal de recursos.

– Nunca fui ré em processo nem indiciada pela Polícia Federal; fui, isto sim, vítima dos crimes de pessoas hoje indiciadas.

– Jamais intermediei nenhum negócio entre empresa privada e setor público no Brasil ou em qualquer parte do mundo.

– Não fui sócia de Verônica Dantas, apenas integramos o mesmo conselho de administração.

Faço uma breve reconstituição desses fatos, comprováveis por farta documentação.

2. No período entre Setembro de 1998 e Março de 2001, trabalhei em um fundo chamado International Real Returns (IRR) e atuava como sua representante no Brasil. Minha atuação no IRR restringia-se à de representante do Fundo em seus investimentos. Em nenhum momento fui sua sócia ou acionista. Há provas.

3. Esse fundo, de forma absolutamente regular e dentro de seu escopo de atuação, realizou um investimento na empresa de tecnologia Decidir. Como conseqüência desse investimento, o IRR passou a deter uma participação minoritária na empresa.

4. A Decidir era uma empresa “ponto.com”, provedora de três serviços: (I) checagem de crédito; (II) verificação de identidade e (III) processamento de assinaturas eletrônicas. A empresa foi fundada na Argentina, tinha sede em Buenos Aires, onde, aliás, se encontrava sua área de desenvolvimento e tecnologia. No fim da década de 90, passou a operar no Brasil, no Chile e no México, criando também uma subsidiária em Miami, com a intenção de operar no mercado norte-americano.

5. Era uma empresa real, com funcionários, faturamento, clientes e potencial de expansão. Ao contrário do que afirmam detratores levianos, sem provar nada, a Decidir não era uma empresa de fachada para operar negócios escusos. Todas e quaisquer transações relacionadas aos aportes de investimento eram registradas nos órgãos competentes.

6. Em conseqüência do investimento feito pelo IRR na Decidir, passei a integrar o seu Conselho de Administração (ou, na língua inglesa, “Board of Directors”), representando o fundo para o qual trabalhava.

7. À época do primeiro investimento feito pelo IRR na Decidir, o fundo de investimento Citibank Venture Capital (CVC) – administrado, no âmbito da América Latina, desde Nova Iorque – liderou a operação.

8. Como o CVC tinha uma parceria com o Opportunity para realizar investimentos no Brasil, convidou-o a co-investir na Decidir, cedendo uma parte menor de seu aporte. Na mesma operação de capitalização da Decidir, investiram grandes e experientes fundos internacionais, dentre os quais se destacaram o HSBC, GE Capital e Cima Investments.

9. Nessa época, da mesma forma como eu fui indicada para representar o IRR no Conselho de Administração da Decidir, a Sra. Veronica Dantas foi indicada para participar desse mesmo conselho pelo Fundo Opportunity. Éramos duas conselheiras (e não sócias), representando fundos distintos, sem relação entre si anterior ou posterior a esta posição no conselho da empresa.

10. O fato acima, no entanto, serviu de pretexto para a afirmação (feita pela primeira vez em 2002) de que eu fui sócia de Verônica Dantas e, numa ilação maldosa, de que estive ligada às atividades do empresário Daniel Dantas no processo de privatização do setor de telecomunicações no Brasil. Em 1998, quando houve a privatização, eu morava há quatro anos nos Estados Unidos, onde estudei em Harvard e trabalhei em Nova York numa empresa americana que não tinha nenhum negócio no Brasil, muito menos com a privatização.

11. Participar de um mesmo Conselho de Administração, representando terceiros, o que é comum no mundo dos negócios, não caracteriza sociedade. Não fundamos empresa juntas, nem chegamos a nos conhecer, pois o Opportunity destacava um de seus funcionários para acompanhar as reuniões do conselho da Decidir, realizadas sempre em Buenos Aires.

12. Outra mentira grotesca sustenta que fui indiciada pela Polícia Federal em processo que investiga eventuais quebras de sigilo. Não fui ré nem indiciada. Nunca fui ouvida, como pode comprovar a própria Polícia Federal. Certidão sobre tal processo,  da Terceira Vara Criminal de São Paulo, de 23/12/2011, atesta que “Verônica Serra não prestou declarações em sede policial, não foi indiciada nos referidos autos, tampouco houve oferecimento de denúncia em relação à mesma.”

13. Minhas ligações com a Decidir terminaram formalmente em Julho de 2001, pouco após deixar o IRR, fundo para o qual trabalhava. Isso ressalta a profunda má fé das alegações de um envolvimento meu com operações financeiras da Decidir realizadas em 2006. Essas operações de 2006 – cinco anos após minha saída da empresa – são mostradas num fac-símile publicado pelos detratores, como se eu ainda estivesse na empresa. Não foi mostrado (pois não existe) nenhum documento que comprove qualquer participação minha naquelas operações. Os que pretendem atacar minha honra confiam em que seus eventuais leitores não examinem fac-símiles que publicam, nem confiram datas e verifiquem que nomes são citados.

14. Mentem, também, ao insinuar que eu intermediei negócios da Decidir com governos no Brasil. Enquanto eu estive na Decidir, a empresa jamais participou de nenhuma licitação.

Encerro destacando que posso comprovar cada uma das afirmações que faço aqui. Já os caluniadores e difamadores não podem provar uma só de suas acusações e vão responder por isso na justiça. Resta-me confiar na Polícia e na Justiça do meu país, para que os mercadores da reputação alheia não fiquem impunes.

(via eAgora)

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25 Comentários

25 Comments

  1. Marcelo

    3 de janeiro de 2012 at 07:04

    E o artigo:”Pó pará,governador?”contra Aécio publicado no estadão,não foi também jogo sujo do Serra e da imprensa paulista não?

    • Implicante

      6 de janeiro de 2012 at 04:20

      (andremc: “jogo sujo do Serra”? É engraçado isso, o artigo foi assinado por um colunista do jornal, mas a petistosfera jura de pés juntos que foi obra do Serra porque o jornal tinha declarado apoio a ele… mas em outros casos, dependendo da conveniência, o Serra vira o vilão das redações: quem nunca leu por aí que ele liga para os jornais reclamando de reportagens e artigos e até “pediu a cabeça” de alguns? Pô, decidam aí, uma coisa ou outra…)

  2. Luiz Fernando

    31 de dezembro de 2011 at 12:05

    Durou só uma semana na lista dos mais vendidos?Fraquinho não?Cadê o sucesso todo?Realmente PHA não serve como “garoto(ui) propaganda”

  3. João

    30 de dezembro de 2011 at 12:49

    Estamos aguardando o anúncio do processo.

  4. BobJegg

    30 de dezembro de 2011 at 10:42

    Estou em SP e comprei outro livro (o que comprei pela net não foi entregue a tempo).
    Verônica não respondeu algumas acusações. (ainda não cheguei a parte sobre a decidir.com). Sobre a IRR (International Real Returns), não era uma empresa registrada no Brasil. Embora tenha sido apresentada, em 2001, na reportagem sobre seu casamento com Alexandre Bourgeois (outro astro central do livro) publicada pela Istoé como “sócia-presidente dos investimentos latino-americanos da International Real Returns (IRR), empresa de administração de ativos com US$ 600 milhões de capital europeu” a empresa não aparece como cotista de nenhuma outra nos arquivos da Junta Comercial de São Paulo.
    Os processos por parte do PSDB são ansiosamente aguardados pelo jornalista e a editora do livro. Com esses processos será possível o acesso ao restante dos documentos.
    Leiam o livro antes de tecer comentários defendendo ou condenando A Sra. Verônica. :))

    (Gravz: SIm, o importante é ler. E, claro, perceber que o sistema acusatório funciona da seguinte forma… Ele alega, daí traz o “documento” que nada tem a ver com a alegação, em seguida conclui alegando mais ainda e acusando. Aquela tática do “joão usa uma padaria para roubar”, em seguida contrato social que só prova algo já público, o fato de joão ter uma padaria. Daí como houve um “documento” – risível, óbvio – prossegue na alegação incriminatória. Nem o mais empedernido militante defenderia algo assim se não fosse pela… militância :D)

  5. João

    29 de dezembro de 2011 at 18:58

    Favor processar o MENTIROSO. Grato.

  6. Robson

    29 de dezembro de 2011 at 10:46

    O livro (encomendado) foi editado pela Geração Editoral, editora que pertence ao Luiz Fernando Emediato, que é Conselheiro (e foi presidente) do Codefat, órgão que gere os recursos do FAT (do PIS/PASEP) como representante da Força Sindical.Ali ele foi colega do Delúbio Soares, representante da CUT.
    Isso sim daria uma bela CPI !!!

  7. João

    28 de dezembro de 2011 at 12:22

    O Marco Antonio Villa, bom historiador – inclusive em tempo real, pois, mesmo que se classifique como tal, é ótimo repórter – escreveu bem sobre o livro-estalinho em seu blog, lembrando que ele não vai além de reportagens requentadas: https://www.marcovilla.com.br/2011/12/querem-impor-mordaca.html

    Mas a melhor observação que vi, até agora, foi essa resposta do Gravz: ”
    Há dois réus nesse processo – que, diga-se, nem mesmo começou a tramitar adequadamente, pois não há decisão alguma. São os réus James Membrides Rubio Junior e Wladimir Ganzelevitch Gramado. Veronica Serra aparece com a rubrica “indiciado” pq foi CITADA, mas não está no pólo passivo da demanda. Ou seja, ela não entra como ré nem nada do tipo. A ação é movida EXCLUSIVAMENTE contra os dois aqui citados – e não é nem honesto usar golpe semântico por conta de uma RUBRICA do tribunal federal. Menos, né? Já há mentiras demais por aí…”

    A imensa maioria das pessoas, mesmo de boa-fé, ao voltar os olhos para os documentos transcritos, vai pensar “é, eles têm razão, o livro é fartamente documentado, não há o que discutir”, sem saber discernir o que dizem os tais documentos. Quando vi, logo notei algo claro: José Serra, a quem a carta capital tentou atribuir um “escândalo” nem aparece entre os indiciados pela investigação sobre o ex-diretor do banco do brasil. Mas a observação do Gravz, um advogado (a melhor formação para quem deseja ser repórter, e não a de jornalismo, fraquíssima…) destrinchou a má-fé para tentar envolver a filha do ex-governador como nenhum, entres tantos jornalistas que esculacharam o livro-estalinho – até gente da experiência de Merval Pereira – soube fazer. Parabéns.

    A própria Verônica já expôs, de forma insofismável, a discrepância entre a acusação e o período em que teve alguma relação com a firma Decidir, além da falsidade absoluta do ardil de citá-la como (se fosse) sócia da filha de daniel dantas. O amaury jr. certamente não é bobo a ponto de ignorar isso. Fingiu não saber porque optou por mentir e difamar. O ônus da prova cabe ao acusador e a Justiça ja mostrou – há anos – que essas acusações, já feitas e investigadas, não se sustentam.

    Mas o pançudo merece responder pela difamação e pagar por ela. Ele só conseguiu provar uma coisa: que Nelson Rodrigues estava errado quando disse que “todo canalha é magro”. O amaury jr, é prova viva e física de que nem todo é.

  8. João

    28 de dezembro de 2011 at 03:02

    A resposta de Verônica Allende Serra é contundente e definitiva. É por isso que Amaury Ribeiro Jr. será processado. Com toda certeza. Aliás, será processado pelo próprio Serra, pelo PSDB, pelo PMDB e pelo PT por suas MENTIRAS. Estamos no aguardo.

  9. Luis D. Brandão

    27 de dezembro de 2011 at 19:41

    O senhor Amaury se encontra F…. lascado!!!

  10. Luiz Fernando Novaes

    27 de dezembro de 2011 at 18:41

    Aguardando janeiro ansiosamente.Verônica Serra já deu uma ‘avant- premiere” do que virá.Quero ver essa cambada se defendendo no Tribunal, inclusive aquele mineirinho.São uma corja.

  11. Sandro P

    27 de dezembro de 2011 at 15:43

    Silvio diz: “que paizinho coloca o nome ALLENDE no nome da filha…….?”

    KKKKKKK Perdeu uma oportunidade de ficar quieto, Manolo……..

  12. selva

    27 de dezembro de 2011 at 10:44

    Que e o pt pra falar que alguem levou vantagem em privatizacoes,porque lula nao estatizou quando governou, o lulinha(fenomeno) se beneficiou da estatizacao,falem petista ladroes.

  13. antonio vasconcelos

    27 de dezembro de 2011 at 10:31

    só queria entender por que tantos ex-jornalistas que pagam as contas com dinheiro público odeiam o serra. será que o culpam por suas próprias derrocadas morais e profissionais?

  14. silvio

    27 de dezembro de 2011 at 10:25

    que paizinho coloca o nome ALLENDE no nome da filha…….?

    • Implicante

      27 de dezembro de 2011 at 13:14

      …aquele cuja esposa ostenta o sobrenome, talvez?

  15. Ismael

    27 de dezembro de 2011 at 09:48

    Claro que Amaury sabe de tudo isso. Chamar um sujeito destes de jornalista é emporcalhar a classe. O problema é que esse militantismo inescrupuloso, visando acusar inicentes para proteger os culpados, conta com a IMPUNIDADE e com a cumplicidade da militância envolvida nas falcatruas. Petista que defende esses caras sem levar o seu está fazendo papel de bobo.

  16. MTS

    27 de dezembro de 2011 at 05:44

    O petralhismo eh uma praga que foi tolerada e atualmente transforma o brasil numa grande metastase.
    O mais pernicioso nessa raça maldita, nessa seita satanica, e que alem de roubarem, desviarem, mentirem
    caluniarem, sao aburdamente amorais.
    De tal forma que nao se envergonham de passar a vida cantando virtudes que justamente nao têm, e acusando
    os outros daquilo que praticam com desenvoltura.
    Impediram o brasil de crescer durante toda epoca q eram oposicao, boicotando qquer iniciativa de progresso.

    O mais odioso e satanico e a confusao que criam propositadamente.
    Antigamente, os ladroes do erario se envergonhavam de serem assim. Nao havia a hipocrisia de se sentirem exemplos de virtude.
    Com essa sub raça PETRALHA que nem humana deve ser, o roubo virou virtude, a mentira idem.
    E vivem pela abissal ignorancia dos brasileiros , inclusive aqueles que letrados, deveriam saber
    distinguir o joio do trigo.
    LULLA ALI BABA IDIAMIN DA SILVA, SATAN O ESPERA!

  17. caio portella

    27 de dezembro de 2011 at 01:03

    Esse time de vagabundos ,pilantras e safados do PT,.tem em seu sem vergonha maior,o escroque lula,um lider de falar besteira e mentiras…aliás,está tudo registrado em cartório…ATÉ QUE FOI O ESCROQUE VAGABUNDO QUE DESCOBRIU O BRASIL …não foi como se ensinam nas escolas o P.A.Cabral….foi um vagabundo analfabeto,vindo do abc o descobridor,dessa mina de ouro chamada Brasil…PRECISA FALAR MAIS PARA DEFINIR O ASSISTENTE DE VAGABUNDO,o vagabundo indiciado pela PF,um meliante que atende pela alcunha de Amaury…?????

  18. Antonio Joe

    26 de dezembro de 2011 at 22:49

    Quem tem um mínimo conhecimento de como funcionam fundos de investimeno sabe que ela tem razão e diz a verdade.

  19. Daniel

    26 de dezembro de 2011 at 21:33

    Hein?? Entao por que ao acessar o site da justica federal:

    https://www.jfsp.jus.br/foruns-federais/

    E entrar com o PROCESSO Nº

    0000370-36.2003.4.03.6181

    Se eu clicar em “Todas as partes” a tal senhora aparece como INDICIADA? Veronica, reescreva o item 1, nao procede….

    (Gravz: Há dois réus nesse processo – que, diga-se, nem mesmo começou a tramitar adequadamente, pois não há decisão alguma. São os réus James Membrides Rubio Junior e Wladimir Ganzelevitch Gramado. Veronica Serra aparece com a rubrica “indiciado” pq foi CITADA, mas não está no pólo passivo da demanda. Ou seja, ela não entra como ré nem nada do tipo. A ação é movida EXCLUSIVAMENTE contra os dois aqui citados – e não é nem honesto usar golpe semântico por conta de uma RUBRICA do tribunal federal. Menos, né? Já há mentiras demais por aí…)

  20. Fernando Marés de Souza

    26 de dezembro de 2011 at 21:12

    “Nunca fui ré em processo nem indiciada pela Polícia Federal; fui, isto sim, vítima dos crimes de pessoas hoje indiciadas.”

    É só pegar o número do processo que está no livro do Amaury (2003.61.81.000370-5) e procurar no site da Justiça Federal de São Paulo: https://www.jfsp.jus.br/foruns-federais/.

    No final da página está lá TODAS AS PARTES:

    INDICIADO. VERONICA ALLENDE SERRA

    por CRIME DE QUEBRA DE SIGILO FINANCEIRO (ART.10 DA LC 105/01)

    Respeito a presunção de inocência, mas se ela não esclarecer essa história de ser indiciada por quebra de sigilo financeiro, todo o resto fica sob suspeição.

    PS. Quanto vem a nota do Bourgeois?

    (Gravz: Há dois réus nesse processo – que, diga-se, nem mesmo começou a tramitar adequadamente, pois não há decisão alguma. São os réus James Membrides Rubio Junior e Wladimir Ganzelevitch Gramado. Veronica Serra aparece com a rubrica “indiciado” pq foi CITADA, mas não está no pólo passivo da demanda. Ou seja, ela não entra como ré nem nada do tipo. A ação é movida EXCLUSIVAMENTE contra os dois aqui citados – e não é nem honesto usar golpe semântico por conta de uma RUBRICA do tribunal federal. Menos, né? Já há mentiras demais por aí…)

  21. Adriano

    26 de dezembro de 2011 at 21:09

    O problema é que pra limpar a imagem enlameada pelo petismo nessepaiz demora bem uns 10 anos, como já experimentou Mendonça de Barros, Eduardo Jorge Pereira…

    Portanto, para fins eleitorais, como eles sempre pretendem com essas ações, é um baita negócio enlamear a reputação das pessoas: o resultado é rápido e quase certo, e as consequências para o “enlameador” são tardias e praticamente nulas.

  22. alexandre

    26 de dezembro de 2011 at 20:14

    Então vamos embora !!!! Por que ela não processa o jornalista ? E vamos então para uma CPI para esclarecer ! Ela topa ? O Maluf e o Dirceu negam tudo até hoje !!!! E aí ? Vai publicar notinhas deles também ?

    (Gravz: Ah, se não é o… “alexandre” :D Sim, serão processados. E processar não é simplesmente escrever um texto, mas elaborar uma peça que vai a juízo. Leva tempo, exige dedicação etc. Entendo sua pressa, claro, pois vocÊ está muito preocupado com a justiça. Ela acontecerá, querido ale)

  23. Thiago

    26 de dezembro de 2011 at 18:19

    O que os esquerdistas tem a dizer sobre isso? Vão falar que ela é mentirosa?

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