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Procuradoria concluiu que os irmãos Batista lucraram US$ 100 milhões com a própria delação

No mercado financeiro, “insider trading” é o crime que tira vantagem indevida de informações privilegiadas. Dias antes da delação premiada de Joesley Batista e Ricardo Saud ser homologada, os controladores do grupo J&F autorizaram não só a compra de milhões de dólares, como a venda e posterior recompra de ações do grupo. Mas a Polícia Federal não deixou passar batido e, com a operação Tendão de Aquilles, investigou as transações. No 13 de setembro de 2017, deteve preventivamente os irmãos Batista – Joesley já se encontrava preso temporariamente pelos grampos vazados na instância superior.

No processo criminal, havia uma multa de US$ 110 milhões. De acordo com a procuradoria, só com os US$ 3 bilhões negociados na véspera da homologação, a família Batista lucrou US$ 100 milhões:

O valor das operações, somente com os dólares, foi de quase US$ 3 bilhões, e causou um lucro aos irmãos Batista de US$ 100 milhões de dólares, sendo esta praticamente a mesma quantia da multa prevista na delação no processo criminal (US$ 110 milhões).”

Há ainda um acordo de leniência firmado com o Ministério Público Federal, do Distrito Federal. Neste caso, contudo, há uma multa bem mais salgada, definida em R$ 10,3 bilhões.

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