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Propaganda política em escola pública: MPF processa PSOL, vereador, professores e servidores

Os fatos dizem respeito ao Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro.

Marcelo Freixo e Tarcisio Motta - Imagem: Youtube

Alguns – coincidentemente, todos à esquerda – consideram o movimento “Escola sem Partido” uma iniciativa equivocada, exagerada, até mesmo censória. Como se não houvesse qualquer doutrinação esquerdista nas escolas, como se nenhuma sala de aula fosse usada como palanque ideológico e partidário, como se alguns professores não estivessem mais engajados com isso do que com suas disciplinas.

Eis que surgem os fatos e complicam novamente a “narrativa”.

O MPF entrou com ação contra o PSOL, o Sindscope (Sindicato dos Servidores do Colégio Pedro II), o reitor do Colégio Pedro II, Oscar Halac, o professor do Colégio Pedro II (e vereador) Tarcísio Motta de Carvalho, e outros três professores e servidores também do Colégio Pedro II.

A quem não sabe, trata-se de uma das instituições de ensino mais tradicionais do Rio de Janeiro, pelas quais passaram diversas celebridades, políticos e pessoas de influência não apenas na esfera carioca, mas também do país.

Segundo a denúncia, o Sindscope ocuparia uma área irregular nas dependências da escola. Além disso, houve lá dentro propaganda em favor do candidato psolista à prefeitura do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo. E tem mais: chegaram a montar um “núcleo” do PSOL no Colégio Pedro II.

O vereador Tarcídio Motta nega as acusações. O Colégio Pedro II só se manifestará após receber a notificação judicial.

Que a questão seja resolvida nos tribunais, com ampla defesa e no devido processo. E que o episódio represente a importância do movimento Escola sem Partido.

Fonte: G1

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