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Rachel Sheherazade e a criminalização da opinião diversa

A âncora do SBT novamente é perseguida por afirmar que a população reagir a bandidos é algo “até compreensível”. Não são eles que JUSTIFICAM a criminalidade todo santo dia falando em “desigualdade”?

rachel-sheherazade 3

Há várias opiniões divergentes a respeito do que causa a criminalidade, como combatê-la, quais as leis que deveriam ser aplicadas. Para isso existem legisladores discutindo como deveriam ser as leis, o que deveria ser proibido que é legalizado e o que deveria ser legalizado e deveria ser proibido. Este é um pressuposto da liberdade de expressão e de repúblicas e seu cuidado com a coisa pública (res publica).

Já em países totalitários, há uma única opinião que deve ser aceita e obedecida sem discussão. Quem discorda dessa opinião pode ser morto, preso, deportado ou enviado para campos de concentração (chamados de “reeducação”).

É um crime pensar diferente da cartilha – vide-se o capítulo The Law as a Child, do “Arquipélago Gulag” de Aleksandr Solzhenitsyn, para se compreender como o totalitarismo e o genocídio se iniciam com a instauração de leis que punem opiniões divergentes das de um grupo auto-nomeado.

A âncora do SBT Brasil Rachel Sheherazade causou celeuma ontem novamente por afirmar que é compreensível o que fizeram com um bandido no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro. O bandido, que já tinha passagem pela polícia, foi amarrado a um poste com uma trava de bicicleta por um grupo de pessoas depois de ele haver assaltado um deles. Em seguida, foi espancado e deixado nu.

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=at89CynMNIg[/youtube]

A violência tem uma origem traçada no espaço-tempo. Compreender qual é a sua causa e deslindar com isso a conseqüência é compreender a violência. O bandido assaltou (no Flamengo, onde é fácil testemunhar dois assaltos por dia sem nenhuma reação do poder público). Sabendo que a polícia não conseguiria pegá-lo, e cansado da sensação de insegurança que assola a região (alguma mulher tem coragem de passar sozinha por ali no cair da noite? urge responder isso para não ser hipócrita), um grupo, vendo-se em maior número, fez justiça com as próprias mãos.

Compreendeu? Se compreendeu isso, é porque é compreensível. Se é compreensível, por que o alarido? Resposta óbvia e inescapável: porque é Rachel Sheherazade. Além de totalitários perigosos como os do PSOL quererem criminalizar a compreensão de fatos, Sheherazade, a mulher mais atacada do país, não terá sossego enquanto não se calar, não for presa, deportada ou morta, já que inexistem campos de concentração no Brasil (embora certos “filósofos” também achem que ela ser estuprada é uma “punição” cabível por ela pensar com a própria cabeça – nenhuma manifestação do PSOL contra esse atentado anti-feminista e que fere os direitos humanos).

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro e a Comissão de Ética desta entidade (dúvida: serviram para que, até hoje?) disseram que “Sheherazade violou os direitos humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente e fez apologia à violência quando afirmou achar que ‘num país que sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível'”. O PSOL, partido totalitário que busca instaurar o socialismo soviético, afirmou que entrará com representação junto ao Ministério Público para tentar calar a boca à força de Rachel Sheherazade.

Nenhuma novidade até aí: criminalizar opiniões contrárias é intrínseco ao socialismo até mesmo em pura teoria, que dirá na prática real (a coisa que alguém ligado ao “socialismo” mais odeia). A repressão a idéias não é um desvio ou uma novidade do PSOL, é apenas o bom e velho comunismo stalinista-maoísta-pol-potista-kim-jong-ilsta-ceausescusista-milosevicista-castrista-hoxhaísta em sua forma mais morosa e ultrapassada.

Se permitir uma opinião contrária, não existe mais socialismo e a igualdade – é princípio elementar socialista proibir que adversários se manifestem. Por isso o capitalismo tem mais de um jornal por país, por isso o socialismo tem paredón, Gulag, campo de concentração e trabalhos forçados. Como maravilhosamente resume Ann Coulter, se esquerdistas gostam de algo, é subsidiado. Se não gostam, é proibido.

Rachel-Sheherazade 4O curioso é apelarem para a conversa mole de que Rachel teria “ferido os direitos humanos”. Na novilíngua típica de socialistas (resumida por George Orwell, em 1984, como “Guerra é Paz, Liberdade é Escravidão, Ignorância é Força”, repetidas ad nauseam pelo “Ministério da Verdade”), se expressar fere os direitos humanos. Certamente também deve ferir um direito humano fundamental: a liberdade de… expressão. Quem deveria estar acionando o Ministério Público pelo que aqui?

Este partido está usando instrumentos públicos criados para proteger a nossa liberdade justamente para impedir a liberdade. É isso o que significa o L do PSOL: a liberdade de Orwell: a escravidão – e a opinião única do “Ministério da Verdade” (já criamos pelo menos a “Comissão”).

Rachel Sheherazade, por acaso, é defensora de uma ditadura que assassina gays ou quer entregar a cabeça da médica Ramona Matos Rodríguez, escravizada por essa ditadura em conluio com o PT no tenebroso programa “Mais Médicos” e que agora pede auxílio para fugir deste campo de concentração disfarçado, de volta para o ditador Raúl Castro (“eleito” para se tornar tirano por seu irmão, dono da ilha de Cuba há meio século)? Isso é ferir os direitos humanos. O PT deveria estar sendo investigado pelo Ministério Público. Mas o PSOL é ainda mais admirador de totalitarismos do que o PT – e se cala, porque é um partido que existe apenas para ferir os direitos humanos.

Rachel Sheherazade por acaso assassinou quatro pessoas na Itália e fugiu para o Brasil para não ser julgada? Oh, não: quem fez isso foi Cesare Battisti, abraçado pelo PSOL que tentou financiá-lo para ainda dar palestras em Universidades brasileiras com dinheiro público, depois de já conseguir um apartamento no rico bairro de Higienópolis, em São Paulo (luxo que nunca permitirão à médica Ramona Matos Rodríguez, que nunca assassinou ninguém).

Por que o PSOL não achou que acabar dolorosamente com a vida de quatro pessoas “fere os direitos humanos”? Que apoiar um assassino fugitivo e lhe ser cúmplice não “incita a violência”? Por que o Ministério Público não foi acionado para ver o quanto os comparsas PSOL-PT (e toda a máquina de propaganda financiada com dinheiro público dos blogueiros, acadêmicos e imprensa vermelha que lhes dão suporte) estão favorecendo a morte de humanos – a destruição aos direitos humanos número 1?

Estamos falando do partido que saiu do PT por achá-lo muito frouxo em sua implantação do totalitarismo do Foro de São Paulo. O PT, o partido que qualquer muriçoca sabe que fez o Celso Daniel pegar uma gripe fulminante e misteriosa (e o PSOL não saiu do PT por isso, nem nunca tocou no nome “Celso Daniel”), que fez o Toninho do PT morrer de velhice e causas naturais aos 49 anos (ambos misteriosamente durante o financiamento para a campanha de Lula!), que tentou expulsar o Larry Rohter do New York Times, do “relaxa e goza” antes de um acidente que vitimou 199 pessoas, do Francenildo (não feriu os direitos humanos, queridinhos humanistas seletivos do PSOL?!), do assassino Cesare Battisti, da amizade com genocidas do escol de Mahmoud Ahmadinejad, Muammar Kadafi (que Lula chamara de “meu amigo, meu irmão, meu líder”), Fidel Castro e do fascistíssimo Hugo Chávez, das FARC (fazer discurso com guerrilheiros no Foro de São Paulo e defendê-las não é incitar a violência? não diz nada sobre os 60 mil homicídios por ano no Brasil – mais de meio milhão por década com o PT no poder?), da devolução dos boxeadores cubanos à ditadura castrista, do Marcio Aurélio “top top” Garcia fazendo gesto obceno comemorando que não precisará explicar duas centenas de mortes, da dança da pizza, das reiteradas tentativas de instaurar o “controle social da mídia”, do “socialismo petista” defendido em congresso do partido, etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc.

Quantas vezes o MP foi acionado para verificar cada um desses gravíssimos atentados aos direitos humanos? Agora querem tentar imaginar a ficha corrida do PSOL?

Rachel Sheherazade disse que é até compreensível que um caso como o do meliante preso ao poste se dê, quando o Estado não cumpre a sua função. E é – qualquer pessoa que a esteja criticando diz que compreende o caso de outra forma – não que ele seja incompreensível.

ladrão amarradoTanto que uma página do Facebook chamada sutilmente de “Movimento Pró-Corrupção” (sic, sem zoeira, podem ver que é “pró” mesmo) criticou a fala de Sheherazade, e logo abaixo postou dados do Ipea dizendo que a “desigualdade” (sempre essa danada) é culpada pela violência. Ora, então eles também acreditam que a violência seja compreensível! Vamos acioná-los e colocá-los na cadeia! Onde já se viu compreender alguma coisa?!

Por sinal, tudo o que a esquerda brasileira sabe fazer é justificar atos de violência todo santo dia. Por que sempre entendem, justificam (ao ponto de LEGITIMAR, o que Sheherazade não fez – ou a expressão “é até compreensível” tem o mesmo impacto de “tem de fazer isso mesmo”?!) aqueles que cometem crimes contra a propriedade, e nunca aqueles que cometem crimes para defender a própria propriedade?

Como diz o maior economista vivo do mundo, Thomas Sowell, eu nunca entendi porque é ganância querer manter o dinheiro que você ganhou, mas não é ganância querer tomar o dinheiro dos outros.

A hegemonia do pensamento único permitido de esquerda na academia, na imprensa, na blogosfera e na política não faz outra coisa senão justificar, legitimar, defender, enaltecer a violência – e até chamar terroristas, assassinos e defensores de genocídio, com dinheiro público, para fugirem da lei e ganharem dividendos políticos com isso.

Nossa população, que não foi contaminada pelo vírus da hegemonia do pensamento único ainda (mas eles estão tentando com cada vez mais força), é ordeira demais para acionar a Justiça até perante totalitários – por serem amantes da liberdade, não querem abrir precedente para que perseguições judiciais se tornem rotina – mesmo que se cometa crimes e se defenda até destruição de leis internacionais e ditaduras que matam centenas de milhares de pessoas.

Todavia, este é o método de totalitários: cometer crimes para calar a opinião contrária – mesmo que Rachel não tenha justificado o que aconteceu (apenas qualquer pessoa sabe que, conforme o Estado não faz justiça, o desejo de justiça vai aumentando cada vez mais na população, que não confia mais nas instituições corruptas e falidas). Tampouco ela incentivou qualquer pessoa a cometer atos de violência – o que o PSOL e a esquerda fazem praticamente todo dia. 

rachel-sheherazade 5É simplesmente estúpido, burro e mentiroso supor que algum ato de violência futura terá como justificativa algo como “matei por que a Rachel Sheherazade mandou matar”. Já é fácil ver qualquer assaltante, assassino (e até estuprador, seqüestrador, torturador e matador a facadas) justificando seus atos violentos incentivados por esquerdistas: foi a desigualdade, a culpa é da sociedade e não minha, preciso de distribuição de renda ou faço distribuição de renda com minhas próprias mãos.

Se a esquerda acredita que a violência é culpa da desigualdade, toda a esquerda incita a violência e deve ser processada. Toda, sem exceção – é assim que agem, é assim que se deve agir. Apesar da população brasileira ser pacífica e contrária à perseguição ideológica, se querem jogar com dois pesos e duas medidas, é assim que a população deve agir. Processo atrás de processo em cada ato do PSOL, do PT e de qualquer esquerdista que for.

Porém a esquerda não está preocupada em diminuir os 60 mil homicídios por ano (alguma alma não-verminosa no PSOL publicou alguma notinha a respeito da policial negra assassinada Alda Castilho?) – pelo contrário, quer justificá-lo, e vem aumentando as mortes em dezena de milhar quase anualmente.

Mas está preocupada com uma jornalista que afirma que o bandido tinha ficha criminosa (e tinha), que ele nem teve coragem de prestar queixa contra seus agressores (ele também estava incentivando?), que o cidadão tem direito á legítima defesa para se proteger e proteger os frutos do seu trabalho (e tem) e que a turma dos direitos dos manos deveria adotar um bandido antes de jogá-los compulsoriamente no colo de inocentes (já adotaram ou vão continuar enrolando?).

Rachel, que não incentivou e nem sequer justificou nada, apenas disse que entende por que casos como o do meliante acorrentado acontecem. Eu também entendo! Para mim, é perfeitamente compreensível! Assim como compreendo o que é matar alguém em legítima defesa – e por acaso estou incentivando alguém a matar por isso? Alguém aí já assassinou e me culpou, ou culpou a Sheherazade? (com o “detalhe” de que nem um assassinato foi)

Agora quer comparar com quantos bandidos assassinam e culpam a desigualdade? Com quantos textos aparecerão na blogosfera tirando a culpa de assassinos (até incendiadores, seqüestradores, estupradores, torturadores e afins), até de operadores do Direito, gerando jurisprudência e dando amparo para que novos crimes aconteçam – e, sem surpresa, só aumentam, chegando ao nosso recorde de 60 mil homicídios por ano? A população deve colocar agora o Ministério Público na cola de cada um deles.

Nossas solidariedades a Rachel Sheherazade, e que ela e o SBT continuem com a certeza de que, apesar da gritaria selvagem de alguns neanderthais que querem resolver tudo no porrete (e ainda acham que eles é que são defensores de “direitos humanos”!), a maior parte da população quer ouvir cada vez mais suas opiniões próprias, livres, corajosas e que não precisam se dobrar à turba do pensamento único para fazer parte da rodinha.

Se querem que paremos de acreditar que “direitos humanos” só existem para defender bandidos, uma dica simples: parem de invocá-los tão somente para defender bandidos.

E façam um favor ao Brasil: #AdoteUmBandido!

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111 Comentários

111 Comments

  1. Airton

    15 de fevereiro de 2014 at 09:03

    Eu gostaria de ver um debate teu com David G. Borges , no Observatório da Imprensa . Não sei quem ele é , mas como cita vários filósofos , acho que a tua forma de escrever , tornará mais fácil pra mim a compreensão do texto dele.

    Obrigado

    https://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed785_a_jornalista_e_os_justiceiros_do_flamengo

  2. dabliuo

    14 de fevereiro de 2014 at 20:45

    Justiça não é vingança social. Essa é a premissa básica que marca a evolução do Direito em relação às leis do feudalismo. O que a Sherazade diz não é uma “opinião diversa” é uma opinião velha, que ja foi testada e ja resultou em fracasso social mundo afora. Todos os países desenvolvidos com baixos indices de criminalidade conseguiram resultados com a HUMANIZAÇÃO da policia e do sistema judiciario, diminuição da desigualdade social e com todas as coisas que a galera aqui chama de “falacia de sociologo” . Vocês não estão sendo diversos, estão apenas reproduzindo preconceitos centenarios. 2014 está aí e não tem mais espaço pra barbarie feudal da direita!

  3. Julio Cesar

    10 de fevereiro de 2014 at 00:38

    Ae Flavio, olha só quem resolveu dar palpite sobre o assunto. Esse retardado realmente não percebe a diferença entre uma etnia perseguida exclusivamente por racismo e um marginal que agride e mata inocentes? Há como ser mais desonesto do que isso?

    https://www.facebook.com/elivieira/posts/10203465987836711?stream_ref=10

  4. Jorge Carrero

    9 de fevereiro de 2014 at 22:23

    Parabéns, Flavio! Um dos melhores textos sobre essa onda esquerdopata que nos assola.

    • sergio

      13 de fevereiro de 2014 at 15:34

      parabéns à Rachel.Precisamos de pessoas como ela que não sejam çinicas e hipócritas, expressando sua opinião com sinceridade,só assim o Brasil vai melhorar.

  5. Alexa

    9 de fevereiro de 2014 at 18:38

    Fico impressionada com essa escalada da truculência de esquerda. Que audácia do pessoal querer patrulhar o que se diz ou não!! Não chega aquela tentativa da Lei da Mordaça? Vão tentar censurar a Internet aqui também? Tarde demais para eles… chegamos em 2014.

    Com relação aos comentários aqui da página, também estou esperando para ver algum esquerdista argumentar expondo suas ideias, ou seja, entrando no MÉRITO em discussão. O que eles SEMPRE fazem é atacar seus oponentes pessoalmente, ou seja, tentando envenenar a fonte da informação. (Tática antiiigaa). É o que estão fazendo com a médica-escrava cubana (prostituta e alcoolatra, não sabiam?), com a Sheherazade (fascista e elitista) e com você também Flavio (burro e prolixo, segundo o simplório Tobias). Que coisa mais baixa…

    Os esquerdistas se multiplicam porque se apoiam e se aplaudem em círculos fechados de fanatismo. E vamos lembrar que a cada nova turma de algum DCE o velho Che Guevara surge como ícone do social. Porém vejo alguma luz para nós brasileiros (talvez otimista demais), pois opiniões como a sua Flavio estão aumentando em número e em compartilhamentos… ou seja, o pessoal está cansando de discursos panfletários e mais pessoas estão gostando de realmente REFLETIR sobre a sociedade. É URGENTE que esse povo saia do poder. O Brasil PRECISA de novas lideranças… é agora, ou eles vão fazer daqui a Argentina ou a Venezuela.

    • Flávio Morgenstern

      9 de fevereiro de 2014 at 22:42

      Alexa, muito obrigado pelas palavras! Mas eu não espero absolutamente nada além de xingamentos e tentativas de atingir a pessoa, e não os argumentos. Se fosse esperar racionalidade e argumentos dessas pessoas, elas teriam largado essas teorias defensoras de bandidos a genocidas ainda em tenra adolescência (nem quando me achava esquerdista caía nessa conversa mole). Mas, como você vê, parece cada vez mais que o jogo está virando, assim que se descobre que há mais na vida do que Chomsky e Diário do Centro do Mundo…

    • dabliuo

      14 de fevereiro de 2014 at 20:47

      truculencia? mas a esquerda defende justamente a não-truculencia, a não-violencia. é a direita que gosta de guerra, de arma, de militar, de ditadura. Há algo de desonesto nos seus argumentos. Esquerda não é só comunismo e se vc não gosta da esquerda pode começar abdicando do 13º salario, das ferias remuneradas, do piso salarial, dos direitos das mulheres e de todas as conquistas da esquerda que melhoraram a vida de todo mundo numa sociedade capitalista e injusta.

  6. Laércio

    9 de fevereiro de 2014 at 13:53

    Texto interessante. Sugiro um outro texto, que encontrei na net, em sentido contrário, para que possamos enriquecer as nossa opiniões: https://bertonesousa.wordpress.com/

  7. Matheus Magalhães da Silva

    9 de fevereiro de 2014 at 11:16

    Vou ter de discordar do amigo “Impolítico”. A maioria da população quer ouvir o que a Rachel tem a dizer e não o que um babaquinha sociólogo cooptado diz sobre o assunto. Eu conversei sobre este caso com pessoas ligadas à área intelectual (ou aquelas que acham que são) e pessoas “do povo”. As reações não poderiam ser mais previsíveis: todas as pessoas “do povo” consideraram compreensível (como Rachel) o ato, mesmo que a maioria tenha dito que não é este o caminho a ser tomado – e algumas foram mais extremistas, considerando justa a ação. Do lado dos intelectuais, sem surpresas; um monte de abobrinhas, palavras de ordem, pregação de cartilha e aquele clássico subterfúgio de desviar do caso específico e entrar em outras coisas diametralmente opostas – mas que fazem parte do todo na agenda esquerdista.

    Pois bem, o “povo” não padece de um mal central: o politicamente correto. Filtrando esta praga endêmica, restam opiniões na veia do que disse a Rachel porque é algo óbvio; esta reação brutal é produto claro da total e miserável falha das instituições que deveriam cuidar do problema gigantesco da segurança pública – o “king of kings” dos nossos gargalos, na minha opinião. Daí a achar que todo mundo tem que envergar o “Talião” e sair por aí fazendo a vez de justiceiro é algo MUITO diferente e eu temo muito algo assim porque nunca a justiça praticada por “turbas” é, realmente, justa.

    Então, o progressista de DCE tem de invocar a cartilha em casos assim, isso é natural. Eles não respondem com opiniões até porque opiniões dependem de um pensamento individual e nós sabemos da ignomínia e asco que eles nutrem por tudo que seja parte do individualismo (exceto o aborto, o extremo do extremo do egoísmo). Portanto, o povo é censurado por esta gente até porque, de antemão, eles sabem com quem lidam. O texto do Gravataí fala disto, a esquerda sofre duros golpes cada vez que deixa o povo realmente escolher no que quer acreditar. É por isto que cerceiam e a Rachel é uma inimiga número um do partido vermelho.

  8. Francisco Roberto

    9 de fevereiro de 2014 at 02:19

    Porra, Flavio.Você escreve pra caralho. Seu texto é excelente!

    • Flávio Morgenstern

      9 de fevereiro de 2014 at 04:14

      Muy honrado!

  9. impolitico

    8 de fevereiro de 2014 at 20:36

    O mais duro é saber que boa parcela da população cai na conversa.

    Analfabetos funcionais que mal sabem interpretar uma opinião.

    Não entenderam que ela critica a omissão do estado na segurança.

  10. Ayrton josé da Silva

    8 de fevereiro de 2014 at 18:24

    Um pais que vota em Makito,tiririca,e Bozo nao pode ser um pais serio. Essa jornalista era quem devia ser nossa representante na Câmara Federal pois tem coragem de mostrar a bandidagem que existe sem pais sem solução do estado. Direitos humanos e para defender a família e nao defender bandidos, estrupadores, homicidas, seqüestradores e ladroes. Sou admirador incondicional dessa jornalista. Parabens SBT.

  11. maria izabel leal da luz

    8 de fevereiro de 2014 at 16:36

    Eu já era sua fã pelos seus comentários.
    Agradecemos a Deus por tê-la, como “Defensora do Povo Abandonado a Própria Sorte ” como você mesma diz!
    Sabe o que mais Rachel Sheherazade? Verdadeiramente estamos no MATO SEM CACHORRO, estamos perdidos sem alguém digo; os governantes pra olharem por nós, aqui na terra, os bandidos não respeitam mais a polícia, vamos esperar o que e de quem?
    Só ainda não fomos consumidos! Graças as Misericórdias do Senhor, que se renovam a cada manhã, e a noite a sua Fidelidade. Que Deus possa te usar sempre com instrumento vivo em suas mãos.
    Deus te proteja e te guarde minha linda!!!

  12. mario lessa

    8 de fevereiro de 2014 at 11:52

    o problema é que sempre sobra para o pobre, o bandido, já acostumou mesmo é viver dos que os outros lutam para conquistar com o suor do dia a dia!!! esse partidozinho de ….. só quer aparecer, pois cade nesse tempo de existência aparecer tão rápido assim!!! só na mídia mesmo!!! psol na mídia, na m… combinou!!! cara , duvido se caso acontecesse com alguém da família deles , ou familiares, eles não iam aplaudir, a palavra dessa jornalista, por mais que dentro do jornalismo seja errado o que ela fez,pelo menos se cale!!! deixe rolar, ela está falando pelo povo, o que vcs não estão fazendo, naquele plenario´!!! me desculpem, mas se vcs perguntarem para o povo brasileiro, a câmara, senado, executivo,legislativo e outros é só uma forma de uns e outros engordarem seus própios bolsos e obrigando ainda o povão a votar, é sacanagem ou não é!!! se vcs deviam estar lá prá falar e não falam, deixem Raquel falar!!!

  13. Julio

    7 de fevereiro de 2014 at 23:22

    Parabens a Rachel, se todos fizessem assim nao teriamos tanta bandidagem em nosso pais.
    Mas nos mesmo somos culpados acreditando sempre em nossos politicos na promessa de
    “saude , educação e SEGURANÇA “.

  14. Israel Acherman Ambrósio

    7 de fevereiro de 2014 at 22:13

    Essa jornalista é minha “ÍDALA”, Comungo com toas suas opiniões.

  15. Marco Antônio

    7 de fevereiro de 2014 at 17:16

    Não sou sociólogo e muito menos cientista social. Mas minha opinião sobre a violência dos dias de hoje, é que ela nasce com o feminismo. O feminismo atingiu de maneira mortal o núcleo da célula chamada família, e as famílias formam o tecido social. São muitos filhos da puta hoje perambulando por aí. Filhos da puta não como xingamento, mas filhos da puta por pura realidade de constatação. Gente sem amor, respeito, disciplina, e educação. Quando falo educação, não estou falando de escola! Estou falando de lar, de família, ou seja Mãe, Pai e filhos. E quando falo de mãe, não estou falando de parideira apenas. Como muitas mulheres de hoje em dia!

    • Ricardo Morais

      7 de fevereiro de 2014 at 23:02

      é Marco Antônio, tenho que concordar com vc. meu pai inclusive escreveu a tese de doutorado dele sobre isso.

  16. maria saparowa

    7 de fevereiro de 2014 at 16:39

    Belíssima defesa da liberdade Flávio, os esquerdas devem ser doentes mesmo (alguém disse que é desvio de caráter)para não compreenderem o que você escreve.

  17. Marcos

    7 de fevereiro de 2014 at 15:56

    São muito estúpidos esses que falam que criminalidade tem algo haver com desigualdade social ou financeira. Se fosse esse o caso? Esses mesmos estariam alardeando juntamente com a “diminuição da pobreza ocorrida durante o desgoverno Comuno-Lulista” (devido principalmente ao estabelecimento do plano Real do Governo Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso) a também redução da criminalidade. Mas, o que ocorreu? Aumento da criminalidade, mesmo após o estabelecimento do plano Real que devido a isso houve uma redução gradativa da pobreza, devido a ganhos salariais que não foram corroídos pela inflação, que houve também aumento da classe média brasileira, a criminalidade continuou a crescer. Por que? Porque criminalidade não tem nada haver com pobreza ou riqueza financeira, mas pobreza ou riqueza de caráter, moral e bons costumes judaico-cristãos! Respeito ao próximo e as leis civis.

  18. Bruno Sampaio

    7 de fevereiro de 2014 at 14:48

    Incrível a quantidade de cretinos com seus “argumentos” contra Rachel Scherazade. E, só pra constar, ninguém precisa ser PHD em Harvard para distinguir o certo do errado. Sobre esse apisódio da tranca da bicicleta o garçom que me serve no boteco, cearense, simples, humilde, trabalhador e gente fina teve comigo uma rápida conversa:
    Garçom – Tá com pena dele?
    Eu – Não.
    Garçom – Tinha é que matar! Tinha é que matar!
    P.S – Ele nunca estudou sociologia na PUC.

  19. Cícero

    7 de fevereiro de 2014 at 14:39

    Rachel cometeu o crime hediondo de ter uma opinião.

  20. Julio Cesar

    7 de fevereiro de 2014 at 12:44

    Morgenstern, eu fico meio triste de ver tantos esquerdistas infiltrados aqui. Mas ao mesmo tempo isso é bom, porque podemos ter uma amostra do nível de seus comentários. “Direitopatas!”, “nazistas!”, “nunca li tanta merda!”, hahahahahahaha. Odeio cair naquele chavão de “a esquerda é burra”, mas realmente às vezes é difícil.

    De resto, excelente texto. Você está escrevendo melhor a cada dia, e aguardo ansiosamente o lançamento do “Sakamoto é minha anta”. Abraços!

    • Flávio Morgenstern

      7 de fevereiro de 2014 at 13:02

      Hahah, pior que essa piada nem foi minha… obrigado, Julio!

  21. Mauro Júnior

    7 de fevereiro de 2014 at 11:53

    Fato: a renda per capita no Brasil aumentou E a violência TAMBÉM. Ué, não é a pobreza a causadora de tanta criminalidade?

    “A violência está aumentando no Norte e no Nordeste. O que espanta é que o Nordeste é a região que mais se beneficiou da redução da pobreza.”

    Confiram a matéria: https://oglobo.globo.com/pais/renda-violencia-em-alta-nas-regioes-norte-nordeste-do-pais-9111795

  22. Grássia Peixoto

    7 de fevereiro de 2014 at 10:18

    Parabéns, Rachel! Continue na resistência. Garanto que a maioria do povo brasileiro está com vc.

  23. Rodolfo

    7 de fevereiro de 2014 at 10:04

    Caro Flavio Mongestern, seus argumentos são péssimos e bastante tendenciosos, além do mais, você não sabe aplicar as regras gramaticais, usar corretamente as vírgulas, parênteses e, o pior, não sabe desenvolver uma ideia de maneira coerente e linear. Seu texto apresenta descontinuidade na exposição das suas opiniões, é cansativo e prolixo. Você escreveu tudo isso para dizer simplesmente que o socialismo é perigoso, que o PSOL apoia o socialismo e, por consequência, é perigoso, que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro e sua comissão de ética não servem para nada, que a jornalista é inteligente, e que toda essa gente perigosa e sem serventia persegue ela de modo irracional e antropofágico? Você é burro, e não só pela noção de mundo que você demonstra ter, me desculpe a franqueza, mas se quiser expressar suas opiniões e ser levado em consideração, faça de maneira competente. E seja breve!

    • Tobias

      7 de fevereiro de 2014 at 13:59

      Eu não sei qual é sua atuação, mas devo dizer que seu português apresenta péssimo uso de vírgulas e um “queísmo” desnecessário. Caso sua área não seja de Letras, o erro é até ‘mais justificável’, mas você deveria parar de tentar corrigir os erros deles porque você também não escreve bem. Se por acaso você tem alguma ligação à área de Letras, jogue seu diploma fora e aproveite enquanto você está (re)estudando e leia um pouco sobre história/política para ter bagagem afim de compreender o texto e mudar todo o seu argumento além da sua constante opinião de “tudo ser tendencioso”. Assim, talvez você deixe de ser o infeliz que só consegue chamar os outros de “burro” e, talvez, consiga argumentar.

    • Marco Souza

      7 de fevereiro de 2014 at 14:07

      Que tal responder o artigo com argumentos válidos ?
      Todo esquerdista só sabe fazer mimimi.

    • Murilo Negrello

      8 de fevereiro de 2014 at 21:35

      “Caro Flavio Mongestern, seus argumentos são péssimos e bastante tendenciosos, além do mais, você não sabe aplicar as regras gramaticais, usar corretamente as vírgulas, parênteses e, o pior, não sabe desenvolver uma ideia de maneira coerente e linear. Seu texto apresenta descontinuidade na exposição das suas opiniões, é cansativo e prolixo.”

      1) Mostre os erros de ortografia do texto. Você sabe que, mesmo se eles existirem, eles não desqualificam os argumentos, correto?

      2) Mostre o que torna o texto cansativo e prolixo, se é que você o leu. Ao meu ver o texto chama bastante a atenção, especialmente pelo estilo retórico bastante peculiar do Flavio, que usa de ironias e acidez justamente como uma forma de denúncia.

      3) Mostre onde estão os trechos do texto não há continuidade e as ideias não se conectam. Ao que me parece, foi você que não entendeu o texto. Ele precisa ser lido com atenção para que se possa interpretá-lo.

      “Você escreveu tudo isso para dizer simplesmente que o socialismo é perigoso, que o PSOL apoia o socialismo e, por consequência, é perigoso, que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro e sua comissão de ética não servem para nada, que a jornalista é inteligente, e que toda essa gente perigosa e sem serventia persegue ela de modo irracional e antropofágico?”

      Basicamente sim. Ele escreveu “isso tudo” como uma parte estrutural indispensável do texto como um todo, tentando abranger a questão de uma forma mais detalhada e ao mesmo tempo tentando chegar a uma conclusão direta. O Flavio sempre faz isso. Há um tema nuclear que dá base a todo o resto, e desse tema central partem as demais ideias – o que você chama de “enrolação” é um complemento para dar mais riqueza textual ao artigo. Particularmente, nunca vi um artigo de um esquerdista que fosse assim. Na verdade eles costumam ser o contrário. Costumam enrolar, enrolar e enrolar em diversas ideias soltas, sem ligações, para simplificar totalmente uma questão. Os esquerdistas são mestres na arte de reduzir o adversário a uma caricatura e atribuir a ele uma série de rótulos, método que é sempre contrariado pelos textos do Flavio. A propósito, ele disse alguma coisa errada? Se você acha que o PSOL não defende o socialismo, que a Rachel não é inteligente e não está sendo perseguida e assim por diante, poderia argumentar aqui o motivo pelo qual você acha isso?

      “Você é burro, e não só pela noção de mundo que você demonstra ter, me desculpe a franqueza, mas se quiser expressar suas opiniões e ser levado em consideração, faça de maneira competente. E seja breve!”

      Explique. Tudo o que você faz aqui é jogar ao vento que o Flavio é burro e não sabe escrever da maneira correta. Por que você acha que o Flavio é burro? Só por causa da ideologia dele? Isso ficou vago demais. Você não sabe se explicar, só sabe palpitar. E ainda quer apontar o dedo para dizer como os outros devem escrever. O Flavio não é breve em suas ideias, e não deve ser. Em um assunto complexo como esse, ser breve nada mais é que pisar em cima da importância da questão que está sendo tratada aqui.

      • Flávio Morgenstern

        9 de fevereiro de 2014 at 04:11

        Obrigado, Murilo, mas nem se incomode: no dia que um esquerdista tiver MEIO argumento para a esquerda ser mais desejável do que a direita, ele vai colocá-lo aqui, não tentar xingar o opositor e não citar uma linha do texto – como você fez com o comentário dele. Aliás, bem prolixo e burro, não achou? ;)

  24. Mauro

    7 de fevereiro de 2014 at 10:02

    Minha irritação ( não indignação) com a Raquel não é por suas opiniões, até porquê concordo com algumas, é pela explicita picaretagem de expô-las . ela está longe de ser inocente ao ponto de não prever as reações , algumas plausíveis, a maioria não, de suas declarações. Declarações que me irritam pelo clichê mais batido que pau de punheteiro: ” Tá com dó adota” , ” Direitos humanos p/ humanos direitos”, ” bandido bom é bandido morto” e daí pra baixo. Pelamordedeus, eu escuto essas pérolas, que invariavelmente são ditas por alguém fazendo cara de gênio, como se tivesse inventado a roda, desde quando era menino, e olha que isso faz tempo. O que me transparece no modus operandi da Rachel, é que ela não é tão tosca assim, é só picareta de baixo nível que tenta, e consegue, aparecer da forma mais rápida, fácil e fútil. Olha, com uma direita apresentando esse nível intelectual ,não o seu, que é muito bom, mas de Raquels/Felicianos/Bolsonaros etc, a esquerda vai deitar e rolar por muito tempo. Pena.

    • Mauro

      7 de fevereiro de 2014 at 10:14

      corrigindo :
      … é pela explicita picaretagem DA FORMA de expô-las …
      agardicido!

  25. Eduardo Henrique Malzone

    7 de fevereiro de 2014 at 09:25

    Flávio, vc está de PARABÉNS… Tem meu APOIO TOTAL…
    A esquerdinha de merda não tem mais pra onde correr, se a própria história sanguinária dela está GRAÇAS a DEUS, sendo exposta pra todos que tem um pouquinho de QI, entender de uma vez por todas que estes fascistas nunca defenderam o povo de bem e sim e sempre MARGINAIS, ASSASSINOS e CORRUPTOS…

  26. César

    7 de fevereiro de 2014 at 08:25

    Menina corajosa. Muito corajosa. Os censores farão de tudo para impedi-la de falar.

  27. Fernando Miranda

    7 de fevereiro de 2014 at 07:48

    Grande artigo! Joga mais luzes sobre o munda das trevas dos esquerdistas (e como eles odeiam isso…).

  28. Filipe

    7 de fevereiro de 2014 at 07:32

    Flávio, uma coisa tem me chamado a atenção nessa celeuma. Desde junho do ano passado (gigante acordado, vinte centavos, black block et caterva), com a cobertura camarada da mídia às manifestações, não se poderia dizer que a pedra de toque de todos os jornais (com as exceções devidas) nessa cobertura foi justamente o tom de COMPREENSÃO? Algo do tipo, aumentaram em vinte centavos a passagem, então é COMPREENSÍVEL destruir bancos; aumentaram os gastos com a #copadascopas, então é COMPREENSÍVEL espancar policiais; descobriram que há corrupção como #nuncaantesnahistóriadestepaís, então é COMPREENSÍVEL tranformar o congresso num cenário de batalha…

    Sendo assim, em última instância, caso essa estupidez contra a Sra. Rachel dê frutos, será que não haverá campo até para perseguir os outros meios de comunicação (são ruins, eu sei, mas existem, ao menos, né? tipo aquela lógica do ‘é fusca mas é meu’, sabe?)? Vai que o PT tem um Putin-alike-candidate só esperando?

    Abraço!

    • Flávio Morgenstern

      7 de fevereiro de 2014 at 12:55

      Muito bem notado, Filipe! Como já escrevi quando comentei o caso Danilo Gentili, a tirania da “opinião pública”, uma das coisas mais privadas do mundo, é a pior forma de tirania (pergunte a Swift ou Orwell). Totalitarismo na sua pior forma.

  29. José Drumont

    7 de fevereiro de 2014 at 07:02

    Parabéns pelo texto Rachel! Siga na sua batalha! Existem muitas pessoal que te apoiam e admira seu trabalho! Obrigado por não fazer inversão de valores nessa sociedade hipócrita!!!!

  30. diego

    7 de fevereiro de 2014 at 01:38

    Direitopatas, nazistas detectados

    • Flávio Morgenstern

      7 de fevereiro de 2014 at 02:39

      Os argumentos estão ficando cada vez melhores. Vamos lá, esquerdistas, atuem em bando e talvez saia uma frase com sujeito, verbo e predicado.

      • Leonardo Marques de Souza

        7 de fevereiro de 2014 at 09:27

        Primeiramente, prove que ela foi perseguida por dizer o trecho do texto que tem a frase com “é compreensível”. Toda a construção do seu texto foi baseado nisso.
        Depois disso todo seu texto pode ser melhor compreendido. Não há em nenhum lugar no seu texto essa justificativa.

  31. Cássio

    7 de fevereiro de 2014 at 00:55

    Alguns exemplos a mais pra ilustrar. Cito os que me vêm primeiro à cabeça. Se me esforçar só um pouquinho, lembro de um monte.

    1) “Hey, Boy”, rap dos Racionai’s MCs, composto nos anos 90, conta a história de um playboy que chega de carro na periferia e toma uma “lição de moral” dos manos. Seguem alguns versos:

    “Hey, Boy, o que você está fazendo aqui?
    Meu bairro não é seu lugar e você vai se ferir”

    “O sistema é a causa e nós somos a consequência
    Maior
    da chamada violência”

    “Eu tenho todos os motivos,
    Mas nem por isso eu vou te roubar”
    (magnânimo!)

    Na vida real, no documentário Notícias de uma Guerra Particular, também dos anos 90, um preso numa cela dá uma declaração nessa linha também, algo como “vou roubar quando sair daqui porque essa sociedade nunca me deu nada”. Tá tarde, caso contrário eu buscava o trecho correto no youtube e transcrevia.

  32. victor

    6 de fevereiro de 2014 at 23:15

    Irreparável.

  33. Nayara Lemos

    6 de fevereiro de 2014 at 23:15

    A imprensa é hipócrita. pois é a primeira perseguir policiais pró-ativos e qualquer pessoa que demonstre uma opinião diferentes de”coitadinho do bandido”)Quero saber se algum de vocês já sofreram algum tipo de violência. A hipocrisia rola solta no Brasil. Quando neste país, a situação ficar fora de controle aí vão querer uma polícia de verdade. A violência tem que piorar muito mesmo para alguns pensadores chegarem a conclusão que aqui não é País Baixo.
    Acorda , vocês não estão percebendo que a situação esta fungindo do controle. Deixe a violência chegar dentro da sua casa e acometer um familiar seu. Aí o discurso mudará? Eu queria que aqui fosse a Noruega, Suécia ou Suíça. Mas, aqui não é .. Inclusive cada vez estamos mais longe disso. E não é mudar o governo. que iria melhorar toda uma cultura.
    Ninguém do Brasil de hoje passa fome. Quem rouba e mata, gosta de dinheiro fácil mesmo.
    Eu pretendo sair deste país antes da violência eclodir ainda mais.

  34. Éden Amorim

    6 de fevereiro de 2014 at 23:07

    de fato a raquel pode dar sua opinião, já que o espaço que ela usou tem explicitamente esse fim. e de fato é ‘compreensível’ de dentro do quadro da violência alguém tenha a ideia de fazer justiça com as próprias mãos.
    mas parece q o implicante atenua as outras afirmações dela. amarrar o cara e torturar não me parece legítima defesa (“coletiva”?). além disso, o fato dela ser uma pessoa que não é acusada dos crimes dos petistas não a imuniza das críticas… ou diminui as críticas. assim como insinuar que quem defende direitos humanos também aos bandidos SÓ defenderiam direitos dos bandidos. e apoiar o ‘adote um bandido’? poxa, por mais que se apoie a raquel, há de se reconhecer que isso é tolice.

    • Flávio Morgenstern

      7 de fevereiro de 2014 at 00:26

      Pra mim, quem defende bandido deveria mesmo adotar um.

      • Tales Figueiredo

        9 de fevereiro de 2014 at 00:12

        Sou da mesma opinião do Éden. Concordo sim que exista muita “pena seletiva” de pessoas e ONGs, que quando morre bandido em favela eles lamentam e culpam desigualdade, e se indignam quando policial tortura e mata pessoas inocentes na favela, mas viram a cara quando morre policial – coisa que a mãe da PM que morreu no RJ apontou e vários outros líderes da comunidade endossaram. Mas “tá com pena adota” ainda é um chavão ruim. Quem se compadece de um ser humano nu, preso e ensanguentado entende que pode ter uma desproporcionalidade na punição dele e que tortura e humilhação não pode ser institucionalizada. Tirando isso, eu também compreendo que isso pode ocorrer no estado que as coisas estão, por quê eu frequento o Flamengo e tá realmente foda, coisa de ter mudado o horario do comérico da região. Mas a opinião dela ainda soa mal elaborada porque, sem falar que não apoia o que os justiceiros fizeram (coisa que ela foi fazer só no dia seguinte), PODE parecer que ela achou ok e vida que segue. O que me garante que a galera que espancou o mendigo não se sentiu incentivada? Acho que ela como jornalista, mesmo tendo plena liberdade de dar esse tipo de opinião, deveria ter deixado isto mais claro de primeira, e não jogar pra galera esse “tá com pena leva pra casa”.

      • Flávio Morgenstern

        9 de fevereiro de 2014 at 04:14

        Tales, concordo com tudo o que você disse, mas você não acha que o maior motivo para ela não ter explicado todos os detalhes do que pensa ser o fato de ter de fazer um comentário em um minuto? Tente explicar qualquer idéia em um minuto, até uma simples, e veja como é bem mais complicado do que parece. Em debates em que tive 3 minutos para fazer uma pergunta já senti dificuldade para condensar tudo o que queria dizer. Ainda mais falando para todos os públicos, do pedreiro ao doutor, não tem como não resgatar lugares-comuns e mostrar que partir deles não é “puro senso comum superado por Foucault e Beccaria” como tentam vender por aí.

      • Tales Figueiredo

        9 de fevereiro de 2014 at 10:14

        Acredito que foi isso também, tanto que não acho que ela foi no dia seguinte só pq tava contra a parede por ter falado merda. Li uma entrevista que o diretor(?) do programa comentou com ela sobre a possibilidade de rever o assunto e ela acatou na hora, muito mais pra reforçar a opinião, além de deixar claro que não compactua com o que foi feito. Mas enfim, as pessoas ouvem o que querem, para o bem ou para o mal. Talvez com o tempo ela possa melhorar o texto mesmo (ou ganhar uns 20 segundos a mais). Tenho a impressão de que, por exemplo, o Reinaldo Azevedo melhorou bem com o tempo os seus textos, sem nunca mudar o posicionamento. Mas vai ver eu era mais esquerdista antes…

    • Isis

      7 de fevereiro de 2014 at 13:31

      O problema é que quando um bandido é preso a um poste por suas vítimas (afinal ele estava roubando), a turma dos direitos humanos entra em ação e promove uma comoção nacional. E quando uma criança de 6 anos morre queimada por um bandido que coloca fogo em um ônibus, onde está a turma dos direitos humanos? Aquele caso teve muito menos repercussão que o desse marginalzinho! Por quê? Por quê? Isso não é defender apenas o direito do bandido?

  35. valdemir ap fernandes

    6 de fevereiro de 2014 at 22:47

    parabéns Rachel ,tivéssemos meia dúzia de jornalistas igual a você ,acho que seria bem diferente.
    acho engraçado o pessoal dos direitos humanos. Queria ve se fosse um parente deles. cade o meu direito????

  36. Samuel

    6 de fevereiro de 2014 at 22:44

    Você pode entender de economia.
    Porém tem deficiências graves em sociologia, história e política. Por favor, evite opinar sobre isso ou estude antes de expor algo para não conduzir muitos ao erro.

    • Fernando

      7 de fevereiro de 2014 at 16:15

      Qual erro, professor ?
      Gostaria de ver a aula de sociologia, história e política explicar que marginal não é marginal, sempre é vítima. Já foi assaltado com arma na cabeça, professor ?

  37. Marco Barros

    6 de fevereiro de 2014 at 23:20

    Editorial totalmente reacionário e fora de contexto.
    Que o Estado não faz o dever de casa, no que concerne a Segurança, todos já sabemos. Até aí novidade nenhuma. Ele também não cuida da Educação, da Saúde, do Transporte, etc.
    Se isso serve como justificativa pra esse tipo de ato, então comecemos acorrentando pelo pescoço os governantes que desviam verbas públicas e preferem fazer obras faraônicas, superfaturadas, a atender as necessidades básicas da população.
    Lembremos que este menino, ou “marginalzinho” (palavras dela), também faz parte dessa sociedade, sendo fruto de suas distorções. Ele certamente veio das camadas sociais mais desfavorecidas, deve ser analfabeto e deve estar com seus intestinos cheios de vermes.
    Pior que ele são muitos jovens de classe média, que apesar de todas as oportunidades, traficam drogas dentro de seus condomínios de luxo.
    Que sociedade é essa que pune a vítima e tolera (muitas vezes admira) os verdadeiros bandidos?

    • Flávio Morgenstern

      7 de fevereiro de 2014 at 00:28

      Marco, deixa eu apostar, você não entendeu que ela NÃO usou nada como justificativa de nada por culpa da sociedade e de suas distorções, correto?

    • Marcelo Freitas

      7 de fevereiro de 2014 at 01:20

      Marco, lembremos também que do mesmo lugar de onde veio esse “marginalzinho”, tem outras pessoas que fazem parte dessa sociedade, também são de camadas menos favorecidas, são analfabetos e com intestinos cheios de vermes, mas que são dignos e lutam por seus direitos, que procuram trabalho e se viram como podem, sem ferir a vida de outras pessoas. Garanto que se colocassem em risco a vida ou a integridade de um filho ou parente próximo, ou alguém viesse roubar tudo aquilo que você levou uma vida inteira trabalhando para conseguir, apontando uma arma na sua cabeça, sua opinião não seria a mesma. E o que você faz para ajudar que o mesmo marginalzinho não tenha vermes na barriga? Da minha parte, eu pago meus impostos para que o Estado faça o dinheiro arrecadado alcançar o objetivo que deveria. No mais, procuro ficar longe desse tipo de gente, não dos de classes menos favorecidas, mas dos marginais.

    • Eduardo Henrique Malzone

      7 de fevereiro de 2014 at 09:19

      Flávio, seu texto é perfeito, mostra a total indignação da população de bem desse mal-tratado país… Estamos de SACO CHEIO da falta de vergonha na cara desses defensores oportunistas… Sou totalmente a favor da liberdade de expressão… e o que estes ESQUERDISTAZINHOS de MERDA estão querendo, é anular um direito constitucional… LEDO ENGANO, não vão conseguir… Vc tem meu total apoio

  38. José Cacio

    6 de fevereiro de 2014 at 21:00

    Olá, Seu texto é claro.
    Pode ser que Raquel não tenha usado da melhor composição de palavras para expressar sua opinião que na verdade é o senso geral de insegurança que varre o Brasil.
    No entanto se percebe a ferocidade com que organismos ideologicamente de esquerda que apoiam o genocídio acontecido na China, Rússia e mais notadamente em Cuba, atacam com toda sorte de perversão de uma pseudo intelectualidade tão nobre profissional.
    Infelizmente percebo que tempos de escuridão e morte estão se aproximando de nossa nação, causado por aqueles que querem extinguir as pessoas com algum bom senso que ainda persistem em estar por aqui.

  39. anti PT

    6 de fevereiro de 2014 at 20:00

    Leiam e comentem na página dessa moça. https://m.facebook.com/cristiane.miotto.7
    Cara Rachel Sheherazade, o tipo de jornalismo que você faz eu abomino. Sou inteligente suficiente para ver o contexto, por todos os lados, e tirar minhas conclusões. Por isso me recuso a ouvir seus relatos e tomar qualquer partido através das suas notícias. Acredito que muitos dos seus colegas de profissão tenham vergonha do que você fez/faz e espero que muitos colegas meus (cidadãos) mudem de canal quando você começar a soltar suas opniões.

  40. Julio

    6 de fevereiro de 2014 at 19:32

    Rachel Sheherazade não é conservadora, é só atrasada.

  41. Vixe

    6 de fevereiro de 2014 at 19:17

    PULHAS FASCISTAS.
    DIREITOBAS CANALHAS.

    • Fernando

      7 de fevereiro de 2014 at 16:16

      PTista retardado, vá procurar uma boquinha em Brasilia

  42. Mulholland

    6 de fevereiro de 2014 at 19:01

    No Brasil, existe dois tipos de violência: a praticada pela base eleitoral e a praticada por “eles”. Mas quem agrediu e prendeu o ladrão no poste não foi a burguesia, ou a elite econômica. Foi o povo. Foi o povão.

    A violência que o ladrão preso ao poste supostamente cometeu não é diferente da de quem o agrediu e prendeu. E se o ladrão preso ao poste é “vítima da desigualdade e do Estado que não dá dignidade”, as vítimas que ele fez e as pessoas que fizeram isso com ele também são vítimas do Estado, que monopoliza a segurança pública e não a assegura. Isso é indigno. O povo tem restritíssimos meios legais de defesa contra a violência que o Estado não consegue combater e, quando ultrapassa um pouco essas restrições, é criminoso também (e curiosamente, aí o Estado se mostra eficaz, pois 14 suspeitos já foram presos ou indiciados pelo que foi feito com o conhecido e sempre livre ladrão da região).

    À Raquel Sherazade faltou “classe” quando escarneceu o ladrão preso ao poste e quando falou que quem defende os direitos humanos poderia adotar os criminosos. Ela é capaz de fazer uma análise menos popularesca, uma que expressasse mais sua ideologia. De gente xingando bandido de bandido nós já estamos cheios. E esse culto à personalidade dela também é desnecessário. Para alguns comentaristas, ela é quase a Santíssima Virgem.

  43. Edson Souza

    6 de fevereiro de 2014 at 17:51

    Mais uma brilhante exposição de ideias da sua parte, Flávio. Não costumo comentar em nenhum site, apenas leio. Tenho lido seus textos aqui no Implicante já faz algum tempo e agora, resolvi parabeniza-lo, sobretudo, pela coragem em bater de frente com o pensamento único que de 2002 para cá, tem tomado conta da mídia e do meio artístico brasileiro. Remar contra uma maré tão violenta como está que estamos vivendo no Brasil, e ainda mais, com tanta inteligência e informação como você faz, é de uma coragem ímpar.

    Muito bom!!

  44. Marcel

    6 de fevereiro de 2014 at 16:46

    As vezes eu fico em dúvida se esquerdopatas fazem o que fazem agindo de acordo em um plano maior ou se é por burrice mesmo, porque a maioria não consegue juntar duas frases coerentemente direito nem usar um argumento válido. Discutindo sobre o assunto do desarmamento com um comunistinha-de-faculdade-criado-a-ovomaltine-e-fumante-de-marlboro ele me veio com a pérola que “o Brasil não foi o primeiro a restringir as armas de fogo, que vários países desenvolvidos o fizeram”, se esquecendo é claro que tais países conseguem garantir a segurança de seus cidadãos e que o estado que tolhe o direito de um cidadão em se proteger apropriadamente ganha o dever de suprir completamente a segurança do mesmo, porém, quando usei estes argumentos ele começou a relinchar, bater os cascos no chão e me chamar de tucano reacionário, aí me bateu um certo desanimo, pq eu pensei comigo: “Se a oposição consegue perder pra gente com um pensamento raso desse, vai ganhar de quem?

  45. Luciano AP

    6 de fevereiro de 2014 at 16:46

    Flavio,

    Espero que você nunca tenha problemas judiciais pelo que escreve. Mas se tiver, conte comigo para ajudar em sua defesa.
    Meu pagamento será a continuidade de sua produção.

    • Flávio Morgenstern

      6 de fevereiro de 2014 at 16:57

      Obrigado, Luciano!

  46. Carvalho

    6 de fevereiro de 2014 at 16:26

    Olá Flavio

    Fiquei sabendo do tema por um dos meus amigos esquerdóides no facebook, aí fui ver o vídeo e acho que ela se complicou um pouco mesmo. Acho compreensível, afinal ela não é perfeita. Coisas muito piores já foram ditas, e como você colocou o PSOL e outros que protestam agora se calaram.

    Todos nós que somos honestos vivemos sob uma pressão tremenda, permanentemente em risco e sem ter a quem recorrer. É compreensível portanto que nos solidarizemos com fatos assim, o que não quer dizer que esteja certo, apenas que somos humanos e temos medo.

    Gosto dos seus textos e admiro seu trabalho mas esse em particular me pareceu um pouco confuso, com demasiadas referências a outros casos. Acho que tem um lado humano para explorar na reação da Rachel que geraria mais compreensão e empatia. É o estado de medo que vivemos constantemente, estado esse que não só não gera protestos do PSOL e asseclas como é o objetivo final deles. Uma população acuada é o sonho desses caras.

    De resto, acho que a reação das pessoas que prenderam o meliante é obviamente errada. Mas se o certo seria eles chamarem a polícia, mais certo ainda seria aumentar o policiamento e impedir que bandidos como esse roubem à vontade, esse ponto fica no ar. Se esse cara já tivesse sido preso pela polícia não teria roubado ninguém nem teria sofrido o que sofreu.

    Abraços e força no bom trabalho !!

  47. Arthur Dias

    6 de fevereiro de 2014 at 16:04

    Flávio, tem dias (ok, quase sempre) que você é como um refresco gelado no meio de uma tarde de verão (eu sei que foi brega e gay bagarai, mas é verdade, e também apropriado ao momento atual de calor féladasputa!).

    Tudo o que eu vejo na minha timeline do Face são amigos xingando a Rachel e postando um vídeo do YouTube com título similar a “Rachel Sherazade incita a violência”. Um deles (graças a Deus não um amigo muito próximo) escreveu um texto gigantesco dizendo que não tinha visto e nem veria o vídeo (variação da já clássica falácia internetesca “não-li-nem-lerei”, que a galera realmente acha que vale como argumentação) e explicando como a Rachel está endossando e fomentando um fascismo injustificável através de atitudes como essas, e como ela é uma das pessoas mais perigosas atualmente no Brasil(!). Em seguida, ainda no mesmo texto, o cidadão posta uma diatribe sobre como o Estado é omisso em todas as áreas, e que portanto ele não é contra legítima defesa, que entende de onde vem essa fúria da população.
    Aí você tenta argumentar com o cidadão, pede pra ele apontar onde a Rachel incitou a violência e recebe respostas do tipo “Eu não vou ver vídeo de evanjegue fundamentalista”, sendo que parte do discurso dele é similar ao dela. Depois passa a me chamar de “manipulado” e “alienado” (essa palavrinha imbecil nunca sai de moda, não?), mas foi ele que postou um vídeo e o criticou sem nem tê-lo visto, só levando como base textos de outros sites (todos chapa-branca e de esquerda).
    É igualzinho a 99% dos “jêgnios” que refutam o Olavo: não leem uma palavra do que ele escreveu, quando muito veem o True Outspeak, e acham que estão demolindo toda uma tese filosófica. Ou que nem quando você posta seus textos na página do Face da FFLCH, onde 80% das respostas são não-li-nem-lerei, e os caras ainda acham que ganharam o debate com isso.

    Agora faz um favor: para de ficar postando textos bons no Implicante e no Facebook quase toda hora! Você tem um livro pra escrever, e eu tenho que trabalhar pra depois comprar esse livro, oras! hehehehe

  48. Luciano

    6 de fevereiro de 2014 at 15:47

    Blá blá blá… apologia a violência é um atentado contra as normas éticas da profissão, além de crime contra os direitos humanos. Ponto final.

    • Flávio Morgenstern

      6 de fevereiro de 2014 at 15:56

      Pra que ler, sendo que sempre se pode enfiar a cabeça num buraco, esconder-se da realidade, expor a rabadilha levantada ao mundo, e dizer que sua opinião vale mais do que a vida real ao seu redor?

    • Fernando

      6 de fevereiro de 2014 at 16:03

      O esquerdista é um doente mental que precisa de ajuda e não sabe. Um sujeito miserável que necessita da piedade humana. Mas cuidado com ele. Por ser um ser desprezível, abjeto, infame, torpe, vil, mísero, malvado, perverso e cruel, todos sinônimos é verdade, mas insuficientes para definir seu verdadeiro perfil, ele é perigoso e letal.

      É um sociopata camuflado, um psicótico social que imagina ser Deus e centro do mundo. Na sua imaginação acha que é capaz de solucionar todos os problemas da humanidade e do mundo manifestado, mas que na verdade quer solucionar os seus próprios, que projeta nos outros para iludir-se de ser altruísta.

      É um invejoso. A inveja é a sua marca registrada. Sente ódio doentio e permanente pelas pessoas de sucesso, notadamente aquelas realizadas financeira e economicamente. O sucesso alheio corrói suas entranhas. É aquele sujeito que passa pelo bosque e só vê lenha para alimentar a fogueira de seu ódio pelo sucesso alheio.
      É um fracassado em todos os sentidos. Para justificar o seu fracasso busca desesperadamente culpados para a sua incompetência pessoal, profissional e humana. No seu conceito, a culpa é sempre dos outros, nunca atribuída a ele mesmo. É um sujeito que funciona como uma refinaria projetada para transformar insatisfações pessoais e sociais em energia pura para promover a revolução proletária.

      É um cínico. Não no conceito doutrinário de uma das escolas socráticas, mas no sentido de descaramento. Portanto, um sujeito sem escrúpulos, hipócrita, sarcástico e oportunista. Para justificar seu fracasso e sua incompetência pessoal, se coloca na condição de defensor do bem-estar da sociedade e da humanidade, quando na verdade busca atender aos seus interesses pessoais, inconfessos. Para isso, se coloca na postura de bom samaritano e entra na vida das pessoas simples e desprovidas da própria sorte, com seu discurso mefistofélico.

      É um ateu. Devido a sua psicose, já comentada anteriormente, destitui Deus e se coloca no lugar dEle para distribuir justiça, felicidade e bem-estar social, solucionar todos os problemas do mundo e da humanidade, dentre outros quejandos. É um indivíduo que tem a consciência moral deformada e deseja, acima de tudo, destruir todos os valores cristãos e construir um mundo novo, segundo suas concepções paranóicas.

      É um narcisista. A sua única paixão é por si mesmo, embora use da artimanha para parecer um sujeito preocupado com os outros, no fundo não passa de um egoísta movido pelo instinto de auto conservação.

      É um niilista. Um sujeito que renega os valores metafísicos divinos e procura demolir todos os valores já estabelecidos e consagrados pela humanidade para substituí-los por novos, originários de sua própria demência. Assim, ele redireciona a sua força vital para a destruição da moral, dos valores cristãos, das leis etc. Sua vida interior é desprovida de qualquer sentido, ele reina no absurdo. É o ‘profeta da utopia’ e o ‘filósofo do nada’.

      É um genocida cultural. Na sua vasta ignorância da realidade do mundo manifestado, o esquerdista acha que o mundo é a expressão das idéias nascidas de sua mente deformada e assim se organiza em grupos para destruir a cultura de uma sociedade, construída a custa de muitos sacrifícios e longos anos de experiência da humanidade.

      Agora que você conhece algumas características do esquerdista, fica um conselho: jamais discuta com um deles, porque a única coisa que ele consegue falar é chamá-lo de reacionário, nazista, capitalista e burguês. Ele repete isso o tempo todo e para todos que o contradizem, pois a única coisa que sua mente deformada consegue assimilar, são essas palavras. Com muito custo ele consegue pronunciar mais um ou dois verbetes na mesma linha aos já descritos, todos para desqualificá-lo e assim expressar a sua soberba.

      Os conceitos atribuídos ao esquerdista se aplicam em gênero, número e grau aos socialistas, marxistas, leninistas, stalinistas, trotskistas, comunistas, maoístas, gramscistas, fidelistas, chevaristas, chavistas e especialmente aos membros da família dos moluscos cefalópodes.

      Para finalizar, porém longe de esgotar o assunto, o esquerdista é aquele sujeito cuja figura externa é enormemente maior que a própria realidade. Sintetiza o cavaleiro solitário no deserto do absurdo, cuja ambição diabólica é querer mandar no mundo.

      • araquem a de deus

        7 de fevereiro de 2014 at 19:50

        Fernando,

        Magistral o teu texto, desseca as visceras do esquerdismo, expondo clara e nitidamente, o nefasto pensamento, ação e reação dessa degenerada camarilha que infelizmente tem o poder no Brasil.

    • André

      7 de fevereiro de 2014 at 07:36

      E onde houve apologia à violência?

  49. Everthon Perin

    6 de fevereiro de 2014 at 15:13

    Um comentário fora do fato mas dentro do contexto sobre o assunto, esses dias estava lendo um blog feminista sobre o caso Danilo Gentili x Mama de Leite, em uma parte de seu vomito de palavras sobre o mundo-machista-patriarcal-mas-não-sei-trocar-um-pneu ela conseguiu se superar com essa frase: “blindados pela liberdade de expressão”, comentando sobre a liberdade que o Danilo tinha de ofender as pessoas e sair impune. Foi a primeira vez na minha vida que cinco palavras fizeram eu ter vontade de dar um tiro da minha cabeça.

    • Leo Vasconcellos

      6 de fevereiro de 2014 at 16:42

      Eu li esse comentário, cara, foi realmente doloroso.

      • Bruno

        9 de fevereiro de 2014 at 03:59

        Everthon Perin e Leo Vasconcellos, onde está link desse blog feminista?

  50. Caio

    6 de fevereiro de 2014 at 15:07

    Fiquei na dúvida sobre a segunda parte do comentário da Jornalista. De fato, até a conclusão sobre ser compreensível a revolta da população de bem acuada, nenhum reparo. Mas “legítima defesa coletiva”? Não creio que houve legítima defesa, mas sim um justiçamento. Será que esta seria uma brecha para justificarmos reações revolucionárias contra a criminalidade?

    • Flávio Morgenstern

      6 de fevereiro de 2014 at 15:51

      Não, Caio, porque ela não tenta justificar. E nem falou que é uma legítima defesa – ela cunhou uma expressão na hora e afirmou que é de sua autoria: legítima defesa coletiva. Se usa parte dos mesmos termos, não significa nada (neoliberalismo não tem nada de liberalismo, seria como acreditar que o mico-leão dourado é uma espécie de leão, já disse o Olavo).

      • Caio

        6 de fevereiro de 2014 at 16:34

        Obrigado pela resposta. Vou pensar ainda a respeito e bou considerá-la, mas ainda tenho dúvida. De fato, não identifico justificativa. Mas o tom da mensagem, que também fala em “vigadores” e “contra-atacar”, me dá a impressão de que há uma certa tolerância em relação ao excesso – cuja existência, no caso concreto e objeto do comentário, me parece indiscutível.

      • Augusto

        6 de fevereiro de 2014 at 18:20

        “Legítima defesa coletiva” não significa legítima defesa. ok. tá bom.

      • Flávio Morgenstern

        6 de fevereiro de 2014 at 18:22

        Apresente um contra-argumento ao que eu disse. Dizer que estou errado sem contra-argumentar é o que toda a esquerda faz – por isso continua sendo esquerdista.

  51. José Carlos

    6 de fevereiro de 2014 at 14:45

    Durante as manifestações, o presidente do PT, Sr. Rui Falcão mandou, irresponbsavelmente, a militância para a rua, para “encarar” o protesto.

    Por que o PSOL não abriu uma representação contra ele?????

  52. PIETRO FROZI

    6 de fevereiro de 2014 at 14:42

    O Problema todo é que a verdade doi, ( nas urnas) e quando é dita em rede nacional, pode mudar o rumo de um pais, Rachel não disse nada de mais, somente a verdade de nosso dia a dia em nossas cidades, nossos figurões reclamam , mas estão com a bunda em suas cadeiras macias, com seus seguranças, ou já foi esquecido que o Governador do rio Sergio Cabral ia trabalhar de helicóptero com medo da violência, no estado que ele governa, as historia de nossos políticos aposenta qualquer contador de piadas!!!

  53. Miguel

    6 de fevereiro de 2014 at 14:27

    Eu nunca li tanta asneira em um texto só.

    • Flávio Morgenstern

      6 de fevereiro de 2014 at 14:35

      E este foi o melhor contra-argumento da esquerda até o presente momento. Vamos ver se aparece um melhor.

    • Guilherme

      6 de fevereiro de 2014 at 14:46

      Uai, esquerdista sabe ler?

    • Victor R

      6 de fevereiro de 2014 at 22:07

      Nossa!!! Esse comentário me deu câncer.
      Parabéns. Agora só falta mostrar o doutorado, pq você é um gênio cara!!!

  54. Alexandre Sampaio Cardozo de Almeida

    6 de fevereiro de 2014 at 14:21

    São Paulo, 6 de fevereiro de 2.014

    Prezado Flávio,

    A esquerdalha, em seu projeto de poder, não tem vergonha em espancar a lógica e arrebentar com as pessoas que tenham opiniões contrárias as suas sandices. Acho que a jornalista corre o sério risco de ser demitida por expressar suas opiniões. Em ano eleitoral, duvido que não haja pressão da esquerdalha emperdernida para calar os opositores, que diga-se de passagem, são poucos. Força, Sheherazade!

  55. Christofer

    6 de fevereiro de 2014 at 14:07

    Que palhaçada. A esquerda só faz criar desculpas para os piores psicopatas imagináveis e quando uma direitista-reacionária-burguesa-machista diz o óbvio, que é *compreensível* essa reação da população, repentinamente isso é uma “violação dos direitos humanos”.

    Essa gente é muito cara de pau.

  56. Leo Vasconcellos

    6 de fevereiro de 2014 at 14:00

    A crítica aos esquerdistas doentes é sempre válida, claro, pois a posição desse pessoal é necessariamente vitimista e distorcida. Contudo, não concordo com a abordagem da bela Rachel Sheherazade, pois a incitação à violência é nociva. Acho que a posição dela é tão prejudicial para a defesa da lei quanto o discurso de sujeitos como Marcelo Freixo é para os direitos humanos. Ambos transformam a causa em uma caricatura.
    Assim, a argumentação em favor da correta aplicação da lei é manchada por jargões como “bandido bom é bandido morto”… da mesma forma que a a defesa dos direitos humanos vira uma piada de mau gosto quando Maria do Rosário diz que Champinha é apenas uma criança sem oportunidades.
    .
    Os dois discursos saem prejudicados. E qual seria a posição correta? Prender o criminoso/menor infrator e também investigar a violência praticada contra ele, simples assim.
    .
    Finalizando: sou policial, e estou longe de ser um apaixonado por bandidos. Acredito apenas que discursos equivocados como o “bandido bom é bandido morto” AUMENTAM a carga de coitadismo sobre eles, dificultando a correta aplicação da lei. Para mim, bandido bom é bandido preso.
    E sem mais! Grande abraço!

    • Flávio Morgenstern

      6 de fevereiro de 2014 at 14:33

      Leo, mas em que momento Sheherazade incitou a violência?

      • Leo Vasconcellos

        6 de fevereiro de 2014 at 14:43

        Perdão, realmente escolhi a palavra errada. Sei que ela não incitou. Acredito que tenha havido aí uma ação híbrida de justificar/aliviar a barra/atestar-discretamente/não-condenar -o-tanto-que-eu,-Leo,-considero-adequado.
        Mas insisto: o discurso de “porrada no vagabundo” não me parece o mais adequado para sacudir a população dessa apatia. E ótimo artigo, como sempre.

      • Flávio Morgenstern

        6 de fevereiro de 2014 at 14:53

        Leo, realmente isto é inegável, só não vejo como não notar, justamente, que seja algo até mesmo esperado de ocorrer aonde o Estado não chega. Justiçamentos são comuns na floresta amazônica, por exemplo. E que dizer dos tribunais do crime organizado? De toda forma, muito obrigado!

      • Leo Vasconcellos

        6 de fevereiro de 2014 at 14:58

        Que isso, eu é que agradeço pelo espaço para comentar e ser tão bem recebido aqui no site!
        (Ora, porra, mas que veadagem do caralho, diria Olavo.)
        Enfim, aguardemos os desdobramentos dessa quizumba!
        Grande abraço, e escreva com mais frequência, porra!

    • Bruno

      9 de fevereiro de 2014 at 03:45

      Leo Vasconcellos, desculpe, mas pra mim é “bandido bom é bandido morto”, mas se você [não pra você, Leo] “gosta de bandido, coloca na sua casa”, coisa dos malditos #petralhas gostam.

  57. Carlos Alberto Bárbaro

    6 de fevereiro de 2014 at 13:52

    Flávio, artigo como sempre perfeito. Porém, sempre será assim se a análise for reativa à canalhada, já que todos sabemos que eles não se indignam por estarem de fato indignados, mas tão somente por encararem a indignação como uma oportunidade de ir derrubando seus oponentes. Claro que o mundo não é ideal e a reação tem de ser esta mesmo, desnudando a hipocrisia. Mas ainda reluto em encarar o destempero da Rachel como reflexão. Primeiro pela precipitação dela, abonada agora por você, em considerar que a retaliação contra o marginal partiu de populares, gente como eu e você. O caso foi obra de milicianos, e acho que nem ela nem você desconhecem que milicianos não são cidadãos que “vendo-se em maior número, [resolveram fazer] justiça com as próprias mãos”. (Mesmo que o fossem, naquele momento não seriam mais cidadãos, mas tão somente turba.) Segundo, porque, de novo sabendo que não vivemos em um mundo ideal, e correndo o risco de soar um pouco Polyana moça aqui, sempre julguei que quando você reage à violência com violência quem ganha é sempre o seu agressor, porque além de te agredir ele acaba fazendo com que você se utilize dos mesmos métodos dele, o que, ao fim e ao cabo, significa validar esses métodos. E ao fim e ao cabo, se consideramos algo compreensível, por mais malabarismos semânticos que se façam, isto significa que estamos sim avalizando a atitude que compreendemos. Continuo achando que a Rachel se equivocou em sua ira santa, mas compreendo que não dá pra ceder a essa súcia, embora lá no fundo ache que, neste caso, a defesa da Rachel por seus “companheiros de armas” acaba não diferindo muito da defesa dos papudenses pelos seus companheiro$ de negócio!.

    • Flávio Morgenstern

      6 de fevereiro de 2014 at 14:31

      Carlos, muito obrigado! Mas dois pontos: milícias surgem no Rio justamente pelo que Rachel diz. O fato de se transformarem em agentes sem lei (porque a própria lei não chega) é conseqüência óbvia e inescapável disso. O que escrevi no primeiro texto neste site sobre Sheherazade fala justamente da aversão que sentimos por isso – mas não deixa de ser, afinal, perfeitamente compreensível por que este tipo de coisa ocorre. E crimes violentos não podem ter senão penas violentas. Do contrário não se faz justiça. Acreditar que estamos usando “o mesmo método” dos bandidos é verdade, e justamente por isso é justo – injusto seria usar um método diferente. A questão é que bandidos usam este método com um fim específico: roubar, matar, seqüestrar, estuprar etc. A lei o usa como punição. Ninguém tem medo de andar na rua e ser preso num poste com correia de bicicleta porque o fim até das milícias criminosas é bem diferente do crime comum.

      • Leo Vasconcellos

        6 de fevereiro de 2014 at 15:18

        Peraí, Flávio, agora vou precisar intervir. A milícia criminosa busca o mesmo fim do crime comum, sim: lucro.
        Precisamos conversar mais sobre isso. Juro, não gosto de assumir o tom professoral, mas isso tem que ficar bem claro para um cara com a bússola moral impecável como a sua.
        Cuidado com essa separação entre a “milícia criminosa” e o “crime comum”. A diferença entre os dois é o grau de elaboração e, digamos, o “coeficiente foucaultiano de justificabilidade”. Mas ambos visam, que fique bem claro, GANHO PECUNIÁRIO.

      • Flávio Morgenstern

        6 de fevereiro de 2014 at 15:53

        Leo, sim, sim, talvez tenha me expressado mal, mas a milicia ao menos surge com um fim diferente do crime comum (algo como a máfia ou a Yakuza em relação aos criminosos comuns), mas hoje já são indistingüíveis.

      • Carlos Alberto Bárbaro

        7 de fevereiro de 2014 at 15:18

        Este o ponto, Leo, exatamente o que eu ia objetar, mas como cheguei atrasado, e como a canalhada está ainda mais canalha por conta deste caso, e já conseguiram até mesmo um “amaciamento” tático da Rachel, certamente orientada pelos advogados do SBT, até começo a crer que tem mais é que responder o fogo inimigo, sim. O problema é que eles vêm com tudo pra cima de quem eles querem destruir, vide o depoimento de outra besta petista sobre a desertora cubana do mais médicos, e aí fica difícil dar mais peso aos pruridos humanitários numa discussão com essa matilha.
        Já quanto ao apego ao “compreensível” para refutar que ela estivesse, naquele momento, justificando o ato comentado, proponho o seguinte exercício: coloque um compreensível para completar as frases abaixo:
        “A pedofilia é ________________.”
        “Se o cara tá com vontade sexual e estupra, eu até acho __________. Mas pelo menos não mata!”
        Acho que é melhor defender o argumento sem se apegar a filigranas causídicas, algo que você faz bem.

  58. Kleiton

    6 de fevereiro de 2014 at 13:18

    Flávio, pergunta: o pessoal esquerdalóide colocaria a médica Ramona Matos Rodríguez na categoria de oprimida (mulher, cubana) ou opressora (médica, desertora)?

    Melhor nem perguntar… Vai dar um nó!

    • Cícero

      7 de fevereiro de 2014 at 14:45

      Não seriam as duas categorias interconversíveis, de acordo com a necessidade atual?

  59. Daniel Lima

    6 de fevereiro de 2014 at 13:57

    Excelente texto, Flávio! Você está de parabéns!

    Lembrando que, além das justificativas para o crime do PSOL e do PT, há também o discurso de Che Guevara na ONU defendendo os fuzilamentos.

    Vídeo no You Tube: https://www.youtube.com/watch?v=j6KyNrhS-OQ

    Transcrição completa no blog do Tio Rei: https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/documentos/discurso-de-che-guevara-na-onu-em-que-faz-a-apologia-dos-fuzilamentos/

    • Flávio Morgenstern

      6 de fevereiro de 2014 at 14:32

      Che Guevara também não gostava de trocar tiros (perdeu pro exército mais pífio do pior continente do mundo em forças armadas), preferia amarrar em postes antes de fuzilar inimigos. E aí, PSOL?

  60. Jair Cani

    6 de fevereiro de 2014 at 13:09

    É jornalista Rachel Sheherazade! Você tem ideia própria! É justa! Tens coração puro! Combate o mal! Não é Jornaleira de ler papeizinhos não! Perseguição á Imprensa Livre que resta ainda graças ao Silvio Santos SBT! Vamos defendê-la sim Rachel! Você e Carlos Prates falam o que os outros omitem! Parabéns a vocês! Não vejo nada demais no comentário, você disse alguma mentira, não! Se você esta sendo assaltado por este rapaz! Qual sua atitude tendo em vista que não tem policiais para lhe ajudar! Que quando é preso aquele rapaz fica dois dias na cadeia e solto novamente para praticar o mesmo crime! Políticos safados adoram aparecer nesta hora! Quero os ver dar atenção aos pobres! Tirar o povo das ruas e combater a violência que atinge com força o Brasil.

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