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Retrospectiva 2013: abril foi o mês em que Feliciano desafiou os mensaleiros petistas

Na política externa, apoio do PT ao ditador norte-coreano, além de negócios obscuros e milionários com Cuba.

2010, o pastor em campanha: "tô na bênção, tô com Dilma 13"

2010, o pastor em campanha: “tô na bênção, tô com Dilma 13”

Abril de 2013 começou com Haddad tendo sua quebra de promessas de campanha aplaudida pela Folha. Entre as promessas quebradas, a expansão do projeto do metrô. De quebra, mandou cortar merenda e professores de clube-escola enquanto negociava a criação de uma espécie de Ancine paulista.

O governo federal seguiu investindo em marketing reciclando medidas contra a seca do Nordeste. O abuso de poder ganhou força quando documento da Abin desmentiu ministro e comprovou que Governo espionou sindicalistas. A Petrobras não teve tanto destaque como no resto do ano, mas o TCU viu indícios de nepotismo na empresa.

A farra com o dinheiro público se intensificou. Dilma preparou a criação de sua quinta estatal, a Hidrobrás. Após reclamações a Lula, mandou aumentar o lucro de empreiteiras. Os gastos do erário dos deputados mensaleiros chegaram a R$ 1 milhão. Já a máquina estatal de notícias consumia R$ 900 milhões por ano do governo.

Na saúde, registro de suspeitas de dengues aumentou em alarmantes 279%. Na educação, relatório apontou que ensino de matemática e ciências no país era pior do que na Etiópia. Contrariando a expectativa de governistas, estudo mostrou que cotistas têm desempenho pior entre os universitários. No esporte, descobriu-se que o Brasil deixará de arrecadar mais de R$ 1 bilhão em impostos na Copa de 2014

Na política externa, PT e aliados declararam apoio ao ditador norte-coreano Kim Jong-un. Enquanto Lula visitava Castro, empreiteira negociava contrato milionário em Cuba.  Mais do que isso, o ministro Pimentel colocou sob sigilo dinheiro brasileiro em Cuba e Angola. Por sua vez, Tarso Genro defendeu a censura e disse que 80% do conteúdo de rádio e TV deveria sair do ar.

Mas barulho mesmo quem fez foi o deputado Marco Feliciano ao assumir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Barulho esse que só viu silêncio quando o mesmo deputado condicionou a sua saída se os mensaleiros saíssem da Comissão de Constituição e Justiça, a mesma CCJ que aprova PEC que submetia decisões do STF ao Congresso.

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