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Retrospectiva 2013: em maio, Marilena Chaui gritou seu ódio à classe média

A mesma classe média que até então engolia calada tanta manipulação de números para maquiar os o fraco comando do governo federal.

marilenachaui

Maio de 2013 foi o mês precedeu os memoráveis protestos de 2013. Muito do que viria a explodir naquele junho fora plantado aqui. A começar pela deputado Nazareno Fonteles do PT piauiense defendendo a prisão de ministros do STF. Mais do que isso, o Ministro Fernando Pimentel desviou R$ 5 milhões da prefeitura de BH. Quanto ao governo federal, pagou R$ 294 milhões a empresas de ‘lista suja’.

Haddad, após explorar incêndio em favelas, mais uma vez contradisse promessas de campanha e, mesmo com orçamento maior, centralizou ao máximo a Virada Cultural, o que gerou inúmeros transtornos.

A Petrobras perdeu o posto de marca mais valiosa da América Latina. No Maranhão, boato sobre o Bolsa Família revelou políticos que recebiam o benefício. E, em meio à crise, Dilma autorizou férias de responsável pelo programa.

Indo de encontrou a tudo que gritou sua militância no ano anterior, Lula defendeu uma aliança entre PT, Russomanno e Kassab para 2014. Mas isso não impediu Haddad de contratar os organizadores do “amor em SP”. Contrariando os votos que fizeram dela a primeira “presidenta” do país, Dilma gastou menos de um terço do previsto para combater violência contra mulher.

O Mais Médicos começou a fazer barulho quando Conselho Federal de Medicina condenou a “importação” de 6 mil médicos cubanos pelo governo. Paralelo a isso, o Bolsa Família apresentou números questionáveis. Manipulação essa que foi bastante explorada pelo governo quando disse ter inserido um número maior de negros na classe média, ou ainda quando não atualizou índice e escondeu 22 MILHÕES de pessoas da faixa da miséria. Isso talvez tenha inspirado a “Contabilidade criativa” de Mantega a esconder meio trilhão de reais em dívidas e gastos do Governo.

Dilma seguiu se mostrando uma negociadora fraca ao aceitar pagar mais por grandes obras. A Usina de Belo Monte, por exemplo, já estava custando o dobro do orçado. O mesmo ocorreu com a obra da Transnordestina ainda antes de sua metade.

Mas quem chamou atenção mesmo foi a filósofofa Marilena Chaui quando não mediu palavras para gritar seu ódio contra a classe média, a mesma classe média que nos mês seguinte tomaria as ruas para gritar contra o governo que ela defendia.

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